Mané tem o dobro de público do antigo estádio

Os mais de 19 mil torcedores que viram o empate entre Flamengo e Goiás levaram o Estádio Nacional Mané Garrincha a um novo recorde: em menos de um ano, a arena recebeu mais espectadores do que em 36 anos do estádio antigo; desde a inauguração, em maio de 2013, 686 mil pessoas estiveram no palco de sete jogos da Copa do Mundo

Os mais de 19 mil torcedores que viram o empate entre Flamengo e Goiás levaram o Estádio Nacional Mané Garrincha a um novo recorde: em menos de um ano, a arena recebeu mais espectadores do que em 36 anos do estádio antigo; desde a inauguração, em maio de 2013, 686 mil pessoas estiveram no palco de sete jogos da Copa do Mundo
Os mais de 19 mil torcedores que viram o empate entre Flamengo e Goiás levaram o Estádio Nacional Mané Garrincha a um novo recorde: em menos de um ano, a arena recebeu mais espectadores do que em 36 anos do estádio antigo; desde a inauguração, em maio de 2013, 686 mil pessoas estiveram no palco de sete jogos da Copa do Mundo (Foto: Leonardo Lucena)

Blog do Planalto - Os mais de 19 mil torcedores que viram o empate entre Flamengo e Goiás no último domingo (20) levaram o Estádio Nacional Mané Garrincha a um novo recorde: em menos de um ano, a arena recebeu mais espectadores do que em 36 anos do estádio antigo. Desde a inauguração, em maio de 2013, 686 mil pessoas estiveram no palco de sete jogos da Copa do Mundo.

A escolha de Brasília como uma espécie de segunda casa do Flamengo tem respaldo em números da Companhia de Desenvolvimento do Planalto (Codeplan), que indicam que 52,14% dos moradores do Distrito Federal são flamenguistas.

Nos nove jogos realizados no Mané com a presença do Flamengo, foram mais de 340 mil torcedores. Ou seja: mais da metade do público que já compareceu ao Estádio Nacional de Brasília até o momento.

A roraimense Daiane Silva, 33 anos, nunca tinha entrado em um estádio de futebol. Ela veio ao Mané com o filho Caíque, 8 anos, que faz tratamento contra um câncer em Brasília desde outubro. "Sou flamenguista e fã do Everton. Estou muito alegre em ver um jogo assim, de pertinho", conta Caíque.

O garoto fez parte de um grupo de 13 crianças da Associação Brasileira de Assistência às Famílias de Crianças Portadoras de Câncer e Hemopatias (Abrace), entidade que presta assistência a crianças em tratamento de câncer no Distrito Federal.

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