Ministério do Meio Ambiente tem comando esvaziado e paralisação de programas

O Ministério do Meio Ambiente se transformou, sob Bolsonaro e Ricardo Salles, em uma pasta esvaziada, com a maioria de seus cargos chaves sem comando, e com uma execução em níveis muito baixos. A avaliação negativa é do próprio ministério que atesta o esvaziamento do órgão e a paralização de programas fundamentais para o setor

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247 - O Ministério do Meio Ambiente se transformou, sob Bolsonaro e Ricardo Salles, em uma pasta esvaziada, com a maioria de seus cargos chaves sem comando, e com uma execução em níveis muito baixos. A avaliação negativa é do próprio ministério que atesta o esvaziamento do órgão e a paralização de programas fundamentais para o setor.

A reportagem do jornal O Estado de S. Paulo destaca que "hoje, conforme levantamento feito pelo Estado, há 25 cargos de confiança e comando na pasta que estão vazios. A chamada Secretaria de Florestas e Desenvolvimento Sustentável, por exemplo, que foi criada por Salles em maio e que responderia pela gestão de programas como o Fundo Amazônia, está com quatro de suas dez vagas em aberto. A paralisação tirou do ar o principal programa de combate ao desmatamento na Amazônia."

A matéria ainda sublinha que "sem nomes no comando, o Ministério do Meio Ambiente recorre ao improviso. O atual secretário da Qualidade Ambiental, André Luiz Felisberto França, tem acumulado o comando da Secretaria de Florestas. Nos demais postos de confiança e que dependem de nomeações diretas de Salles, a maior parte é ocupada por pessoas de formação militar."

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