Plenário do Senado vota reforma da Previdência em primeiro turno

O plenário do Senado iniciou na noite desta terça-feira (1) as discussões que antecessedem a votação da reforma da Previdência em primeiro turno. Aprovação exige pelo menos 49 dos 81 votos no Senado. Mais cedo a Comissão de Constituição e Justiça aprovou por 17 a 9 o parecer do relator Tasso Jereissati

Plenário do Senado Federal durante sessão deliberativa ordinária. Ordem do dia.\r\rPresidente do Senado Federal, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP) à mesa conduz sessão. \r\rFoto: Roque de Sá/Agência Senado
Plenário do Senado Federal durante sessão deliberativa ordinária. Ordem do dia.\r\rPresidente do Senado Federal, senador Davi Alcolumbre (DEM-AP) à mesa conduz sessão. \r\rFoto: Roque de Sá/Agência Senado (Foto: Roque de Sá)
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247 - O plenário do Senado iniciou na noite desta terça-feira (1) as discussões que antecessedem a votação da reforma da Previdência em primeiro turno. 

Como altera a Constituição, a proposta precisa ser aprovada duas vezes. A aprovação exige pelo menos 49 dos 81 votos no Senado. 

Mais cedo a Comissão de Constituição e Justiça aprovou por 17 a 9 o parecer do relator Tasso Jereissati sobre a reforma da Previdência.

Acompanhe ao vivo:

Leia reportagem da Agência Brasil sobre o assunto:

CCJ do Senado rejeita destaques; reforma da Previdência vai a plenário

A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado rejeitou nesta terça-feira (1º) três destaques apresentados por partidos de oposição ao relatório sobre a reforma da Previdência proposto pelo senador Tasso Jereissati (PSDB-CE). O texto foi aprovado no início da tarde por 17 votos a 9 depois de mais de duas horas de debates. A proposta deve ser analisada pelo plenário da Casa ainda nesta terça-feira e para ser seguir sua tramitação, precisa do apoio de 49 dos 81 senadores.

Ao todo, partidos de oposição apresentaram seis destaques, dos quais três foram rejeitados. Entre eles, os que tratavam do abono salarial, da aposentadoria por invalidez e do modelo de cálculo do benefício.  Os demais foram retirados de pauta.

O senador Paulo Paim (PT-RS) também apresentou um voto em separado com alterações mais profundas no texto da Proposta de Emenda à Constituição. Caso fosse aprovado seu relatório, o texto teria que obrigatoriamente que retornar para análise da Câmara dos Deputados. No entanto, a proposta não chegou a ser avaliada pelos senadores.

Das 77 emendas apresentadas, o relator acatou apenas uma supressiva, para não prejudicar o acesso à aposentadoria integral de quem recebe vantagens variáveis vinculadas a desempenho no serviço público e corrigiu a redação do trecho que inclui os informais entre os trabalhadores de baixa renda que terão acesso ao sistema especial de inclusão previdenciária, com alíquotas favoráveis. O texto mantém o impacto fiscal de R$ 876,6 bilhões em 10 anos. 

A previsão inicial do calendário estabelecido pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), era que a PEC da Previdência estaria concluída, em dois turnos, até o dia 10 de outubro. No entanto, ainda não há consenso entre os parlamentares que viabilize a tramitação da proposta nesse período. 

“Temos muitas pendências. Não há, neste momento, garantia dos senadores para a data de votação em segundo turno. Não está definido o que poderá acontecer”, admitiu o líder do PSL, Major Olímpio (SP).

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