Secretaria de Economia enxuga 90% do custeio

A Secretaria de Economia e Desenvolvimento Sustentável reduziu 90% do seu custeio, mais de R$ 4 milhões, desde o início de 2015. Reformulada neste ano, a pasta abriga três secretarias da gestão passada, do Entorno, da Micro e Pequena Empresa e de Desenvolvimento Econômico, e a área de parcerias público-privadas, que pertencia à antiga Secretaria de Governo; "Juntar os órgãos significou redução grande de custos; por exemplo, diminuímos a quantidade de impressoras e carros", diz o secretário de Economia e Desenvolvimento Sustentável, Arthur Bernardes

A Secretaria de Economia e Desenvolvimento Sustentável reduziu 90% do seu custeio, mais de R$ 4 milhões, desde o início de 2015. Reformulada neste ano, a pasta abriga três secretarias da gestão passada, do Entorno, da Micro e Pequena Empresa e de Desenvolvimento Econômico, e a área de parcerias público-privadas, que pertencia à antiga Secretaria de Governo; "Juntar os órgãos significou redução grande de custos; por exemplo, diminuímos a quantidade de impressoras e carros", diz o secretário de Economia e Desenvolvimento Sustentável, Arthur Bernardes
A Secretaria de Economia e Desenvolvimento Sustentável reduziu 90% do seu custeio, mais de R$ 4 milhões, desde o início de 2015. Reformulada neste ano, a pasta abriga três secretarias da gestão passada, do Entorno, da Micro e Pequena Empresa e de Desenvolvimento Econômico, e a área de parcerias público-privadas, que pertencia à antiga Secretaria de Governo; "Juntar os órgãos significou redução grande de custos; por exemplo, diminuímos a quantidade de impressoras e carros", diz o secretário de Economia e Desenvolvimento Sustentável, Arthur Bernardes (Foto: Leonardo Lucena)
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Paula Oliveira, da Agência Brasília - A Secretaria de Economia e Desenvolvimento Sustentável reduziu 90% do seu custeio — mais de R$ 4 milhões — desde o início de 2015. Reformulada neste ano, a pasta abriga três secretarias da gestão passada — do Entorno, da Micro e Pequena Empresa e de Desenvolvimento Econômico — e a área de parcerias público-privadas, que pertencia à antiga Secretaria de Governo.

"Juntar os órgãos significou redução grande de custos; por exemplo, diminuímos a quantidade de impressoras e carros", diz o secretário de Economia e Desenvolvimento Sustentável, Arthur Bernardes.

Além dessa contenção natural de gastos, o gestor tomou providências como cortes de plano de telefonia celular, de serviços gráficos e de envio de correspondências. "Estamos usando rascunhos sempre que possível e só imprimindo documentos em frente e verso. Também eliminamos os serviços de bufê nos eventos da casa", destaca. Embora a produtividade não tenha sido prejudicada, segundo Bernardes, alguns serviços deverão ser restabelecidos quando a situação econômica do governo estiver equilibrada.

O maior impacto da economia é no valor do aluguel, que será reduzido a zero no próximo mês, quando a secretaria passar a ocupar salas do Estádio Nacional Mané Garrincha. O racionamento vai ser de R$ 10 mil por dia. Atualmente os servidores da pasta cumprem suas rotinas em um andar alugado no prédio comercial Parque Cidade, na Asa Sul.

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