Tranquilidade de Aras inquieta Lava Jato

O procurador-geral da República, Augusto Aras, adotou um tom mais brando para criticar a Lava Jato, mas não dá sinais de que fará algum recuo. Paira ainda um bastidor de incerteza entre PGR e procuradores, inclusive na renovação da operação

Procurador-geral da República, Augusto Aras 25/09/2019
Procurador-geral da República, Augusto Aras 25/09/2019 (Foto: REUTERS/Adriano Machado)
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247 - A Lava Jato continua pressionada pelo volume de ilegalidades que promoveu ao longo de sua operação, mas o procurador-geral diminuiu o tom para se referir à força-tarefa. 

Aras não dá sinais, por exemplo, de querer ajustar o que pensa, por exemplo, sobre a estrutura da Lava Jato e o acesso a dados da operação.

A reportagem do jornal Folha de S. Paulo destaca que “entre os temas relevantes em pauta, a continuidade dos trabalhos da força-tarefa de Curitiba é a preocupação mais urgentes dos lavajatistas. A designação de integrantes para o grupo vence em setembro, e o PGR ainda não se comprometeu com a prorrogação.”

A matéria ainda informa que “um estudo interno do MPF recomendou a ele não endossar o termo costurado pelo presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro José Dias Toffoli, por diminuir as atribuições da Procuradoria ao deixá-la de fora do balcão de negociações.”

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