Clima no PMDB-MA é tenso com a lista da Lava Jato

O ex-diretor de Redação do Jornal da família Sarney, Ribamar Corrêa, revelou em sua coluna eletrônica Repórter Tempo que o clima não é dos melhores entre os caciques do PMDB do Maranhão por conta da lista de políticos envolvidos na Operação Lava Jato que deve ser entregue ao Supremo Tribunal Federal (STF); os nomes de Roseana Sarney e Edison Lobão são dados como certos

O ex-diretor de Redação do Jornal da família Sarney, Ribamar Corrêa, revelou em sua coluna eletrônica Repórter Tempo que o clima não é dos melhores entre os caciques do PMDB do Maranhão por conta da lista de políticos envolvidos na Operação Lava Jato que deve ser entregue ao Supremo Tribunal Federal (STF); os nomes de Roseana Sarney e Edison Lobão são dados como certos
O ex-diretor de Redação do Jornal da família Sarney, Ribamar Corrêa, revelou em sua coluna eletrônica Repórter Tempo que o clima não é dos melhores entre os caciques do PMDB do Maranhão por conta da lista de políticos envolvidos na Operação Lava Jato que deve ser entregue ao Supremo Tribunal Federal (STF); os nomes de Roseana Sarney e Edison Lobão são dados como certos (Foto: Leonardo Lucena)

Blog do Clodoaldo Corrêa - O ex-diretor de Redação do Jornal da família Sarney, Ribamar Corrêa, revelou em sua coluna eletrônica Repórter Tempo" que o clima é tenso entre os caciques do PMDB do Maranhão por conta da lista de políticos envolvidos na Operação Lava Jato que deve ser entregue ao Supremo Tribunal Federal (STF). Os nomes de Roseana Sarney e Edison Lobão são dados como certos.

Sendo por mais de 20 anos porta voz do grupo Sarney através da coluna Estado Maior, Corrêa conhece os meandros do poder Sarney-Lobão-Murad. Segundo ele, nos bastidores do PMDB, a tensão se elevou muito ontem, no final da tarde e fontes próximas ao grupo, que disseram não estar "bem informadas" a respeito do assunto, mas admitiram haver um clima de preocupação. Primeiro por causa das especulações segundo as quais a ex-governadora seria incluída na lista do procurador geral da República para ser investigada, e segundo por conta da decisão do juiz da Operação Lava-Jato, Sergio Moro, de enviar para a Justiça do Maranhão inquérito que investiga a suspeita de que o precatório pago pelo Governo do Estado a uma empreiteira, no valor de R$ 120 milhões, parcelado em 24 vezes, teria sido acertado mediante pagamento de propina a autoridades do governo do Maranhão, segundo o doleiro Alberto Yousseff, preso em São Luís, no Hotel Luzeiros, na madrugada de 17 de março 2014.

O jornalista conversou com o próprio Lobão que disse não temer o fato de seu nome estar na lista dos investigados. Lobão disse que se seu nome vier a constar da tal relação, ele vai demonstrar na Justiça que sendo injustiçado, tentando demonstrar tranquilidade.

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