Dino: acusados devem ser tratados como pessoas e não como coisas a serem destruídas

"O nome Ministério PÚBLICO diz tudo sobre como seus integrantes devem agir. Sem colocar interesses ou sentimentos PRIVADOS em primeiro plano. Isso implica manter respeito pelos acusados, que devem ser tratados como pessoas, não como coisas a serem destruídas", afirmou o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), após a nova Vaza Jato

247 - O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), alertou para a ilegalidade da Operação Lava Jato em relação aos ex-presidentes Lula e Dilma. De acordo com as novas revelações da Vaza Jato, dialogos põem em xeque a tese usada pelo ex-juiz Sérgio Moro, de que Lula queria se blindar de investigações com uma eventual nomeação para a Casa Civil em 2016.

"O nome Ministério PÚBLICO diz tudo sobre como seus integrantes devem agir. Sem colocar interesses ou sentimentos PRIVADOS em primeiro plano. Isso implica manter respeito pelos acusados, que devem ser tratados como pessoas, não como coisas a serem destruídas", escreveu o chefe do Executivo maranhense no Twitter.

Em 2016, Moro soltou um grampo sobre uma conversa entre Lula e Dilma acerca de uma eventual posse dele como ministro da Casa Civil. A medida era ilegeal porque um dos participantes da conversa tem prerrogativa de foro.

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