Executivo da Petrobras denuncia afilhado do ministro Lobão à PF

Um funcionário da Petrobras apontou à Polícia Federal (PF) um afilhado do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão (PMDB-MA), como um dos envolvidos na contratação de diversas embarcações “a preços superiores aos do mercado internacional”; denunciante afirma que as comissões de afretamento de navios correspondem a 1,25% do valor do contrato de aluguel do navio, que devem ser devolvidos ao contratante, conforme a prática usual do mercado; segundo o delator, os contratos firmados pela Petrobras preveem esse desconto, porém o abatimento não é repassado para a estatal, onde executivos da própria empresa se apropriam das comissões, que podem chegar a R$ 200 milhões por mês, considerando o afretamento de 200 navios

Um funcionário da Petrobras apontou à Polícia Federal (PF) um afilhado do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão (PMDB-MA), como um dos envolvidos na contratação de diversas embarcações “a preços superiores aos do mercado internacional”; denunciante afirma que as comissões de afretamento de navios correspondem a 1,25% do valor do contrato de aluguel do navio, que devem ser devolvidos ao contratante, conforme a prática usual do mercado; segundo o delator, os contratos firmados pela Petrobras preveem esse desconto, porém o abatimento não é repassado para a estatal, onde executivos da própria empresa se apropriam das comissões, que podem chegar a R$ 200 milhões por mês, considerando o afretamento de 200 navios
Um funcionário da Petrobras apontou à Polícia Federal (PF) um afilhado do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão (PMDB-MA), como um dos envolvidos na contratação de diversas embarcações “a preços superiores aos do mercado internacional”; denunciante afirma que as comissões de afretamento de navios correspondem a 1,25% do valor do contrato de aluguel do navio, que devem ser devolvidos ao contratante, conforme a prática usual do mercado; segundo o delator, os contratos firmados pela Petrobras preveem esse desconto, porém o abatimento não é repassado para a estatal, onde executivos da própria empresa se apropriam das comissões, que podem chegar a R$ 200 milhões por mês, considerando o afretamento de 200 navios (Foto: Leonardo Lucena)
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Maranhão 247 - Um funcionário de carreira, cansado do que chamou de “má gestão proposital” da Petrobras, apontou à Polícia Federal (PF) um afilhado do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão (PMDB-MA), como um dos envolvidos em negociações suspeitas da estatal em relação a contratos de afretamento de navios. A identidade do colaborador está mantida em segredo.

Segundo o funcionário, o afilhado de Lobão foi responsável pela área de afretamento de navios da Petrobras. Neste cargo, ele teria atuado na contratação de diversas embarcações “a preços superiores aos do mercado internacional”. Ele diz que as comissões de afretamento correspondem a 1,25% do valor do contrato de aluguel da do navio, que devem ser devolvidos ao contratante, conforme a prática usual do mercado.

O delator afirmou que os contratos firmados pela Petrobras preveem esse desconto, porém o abatimento não é repassado para a estatal. Nas palavras do funcionário, executivos da Petrobras se apropriam das comissões. De acordo com o denunciante, essas comissões podem chegar a R$ 200 milhões por mês, considerando o afretamento de 200 navios. 

 

 

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