Ibama sabia que navio grego não havia derramado óleo na costa do Nordeste antes de operação da PF

O coordenador-geral do Cenima, do Ibama, Pedro Alberto Bignelli, afirma que o material já apresentava características básicas de que não se tratava de petróleo, como a coloração

(Foto: Marcos Rodrigues)
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247 - a Polícia Federal deflagrou a Operação Mácula no dia 1º de novembro, onde revelou que o navio grego Bouboulina era o principal suspeito pela mancha de derramamento de óleo avistada no litoral, que sausou um impacto ambiental de gigantescas proporções. 

No entanto, o Ibama, órgão do Ministério do Meio Ambiente, já havia rejeitado as imagens que basearam a prova da PF, por já saber que não se tratava de uma mancha do poluente, como informa o jornal Estado de S.Paulo. 

Pedro Alberto Bignelli, coordenador do Centro Nacional de Monitoramento e Informações Ambientais (Cenima) do Ibama, disse em declarações dadas à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que  que as imagens chegaram a ser levadas ao Ibama ainda em outubro, pela empresa Hex Tecnologias Geoespaciais, de Brasília.

Ao ver as imagens que a Hex apresentou, Bignelli disse que o material já apresentava características básicas de que não se tratava de petróleo, como a coloração, informa a reportagem. 

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