João Alberto e Weverton Rocha estão na CPMI da JBS

O senador João Alberto Souza (PMDB-MA) é titular da CPMI para investigar supostas irregularidades envolvendo o grupo J&F em operações realizadas com o BNDES, entre 2007 e 2016; outros dois maranhenses também fazem parte da Comissão, o senador Roberto Rocha (PSB) e os deputados Weverton Rocha (PDT) e Juscelino Filho (DEM)

O senador João Alberto Souza (PMDB-MA) é titular da CPMI para investigar supostas irregularidades envolvendo o grupo J&F em operações realizadas com o BNDES, entre 2007 e 2016; outros dois maranhenses também fazem parte da Comissão, o senador Roberto Rocha (PSB) e os deputados Weverton Rocha (PDT) e Juscelino Filho (DEM)
O senador João Alberto Souza (PMDB-MA) é titular da CPMI para investigar supostas irregularidades envolvendo o grupo J&F em operações realizadas com o BNDES, entre 2007 e 2016; outros dois maranhenses também fazem parte da Comissão, o senador Roberto Rocha (PSB) e os deputados Weverton Rocha (PDT) e Juscelino Filho (DEM) (Foto: Leonardo Lucena)

Blog do John Cutrim - O senador João Alberto Souza (PMDB-MA) é titular da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar supostas irregularidades envolvendo o grupo J&F em operações realizadas com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), ocorridas entre 2007 e 2016.

Além dele, outros dois maranhenses também fazem parte da Comissão, o senador Roberto Rocha (PSB) e os deputados Weverton Rocha (PDT) e Juscelino Filho (DEM). Segundo João Alberto, a CPI mista terá atuação firme.

A CPMI foi instalada para investigar as operações da JBS e da holding J&F com o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), além de apurar as condições em que foi firmado o acordo de delação premiada entre os executivos da companhia e o Ministério Público Federal no âmbito da Operação Lava Jato.

Vale lembrar da troca de ofensas entre os dois na sessão do Congresso do último dia 29.

A confusão teve início quando o senador João Alberto (PMDB-MA), que presidia a sessão na ausência de Eunício, não concedeu a palavra a Weverton Rocha (MA), líder do PDT na Câmara. Weverton pediu que o tempo de fala garantido pelo regimento do Congresso às lideranças partidárias fosse incluído na sua manifestação sobre o item em votação. A solicitação foi negada por Alberto.

A decisão provocou uma gritaria no plenário, e o microfone de Rocha foi cortado pela Mesa Diretora enquanto ele dizia que o senador não podia fazer isso. Weverton Rocha então jogou papéis do regimento em direção à Mesa Diretora.




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