Miliciano teclava no celular bastante nervoso na véspera do assassinato, diz fazendeiro

Um dia antes de ser morto pela polícia o ex-capitão do Bope Adriano da Nóbrega teclava “no aparelho celular e mostrava-se bastante nervoso”, afirmou o fazendeiro Leandro Abreu Guimarães, dono da fazenda onde o miliciano foi morto pela polícia

Ex-policial militar Adriano Magalhães da Nóbrega
Ex-policial militar Adriano Magalhães da Nóbrega (Foto: Reprodução)

247 - Um dia antes de ser morto pela polícia, neste domingo (9), o ex-capitão do Bope Adriano da Nóbrega teclava “no aparelho celular e mostrava-se bastante nervoso”, afirmou o fazendeiro Leandro Abreu Guimarães, dono da fazenda onde fica o Parque Gilton Guimarães, local em que o miliciano ligado à família Bolsonaro se escondeu no município de Esplanada, há cerca de 170 quilômetros de Salvador, no interior da Bahia.

Leandro está preso e prestou depoimento na Delegacia de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco) da Bahia. Ele disse ter perguntado o que estava acontecendo e o ex-capitão do Bope o ameaçou exigindo ser levado para o sítio, de acordo com reportagem do jornal O Globo.

Segundo Leandro, Adriano teria o ameaçado de morte para ser levado a um sítio na região, que pertence ao vereador do PSL Gilson da Dedé. O fazendeiro afirmou que não sabia que Adriano era um criminoso procurado pela polícia.

“Aquele (Adriano) sempre tratou o interrogado como se fosse criador de cavalos e inclusive afirmava que o pai também era criador de cavalos. Só tomando conhecimento de que tratava-se de uma pessoa perigosa na data anterior”, diz o depoimento de Leandro.

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