Murad chama Sistema Midiático dos Sarney de "diabo", afirma blog

Investigado pela Polícia Federal, acusado de ser mentor intelectual do desvio de R$ 1,2 bilhão na saúde, Ricardo Murad aproveitou chamou o sistema de comunicação presidido pela irmã Teresa Murad e pelo cunhado Fernando Sarney de 'diabo'; segundo informação evacuada na imprensa local, Murad não suporta o filho caçula de Sarney, e atribui a ele a derrota a que já foi submetido; Fernando foi um dos articuladores da vitória de Arnaldo Melo na Assembleia Legislativa, em 2011; Murad dormiu presidente e acordou derrotado

Investigado pela Polícia Federal, acusado de ser mentor intelectual do desvio de R$ 1,2 bilhão na saúde, Ricardo Murad aproveitou chamou o sistema de comunicação presidido pela irmã Teresa Murad e pelo cunhado Fernando Sarney de 'diabo'; segundo informação evacuada na imprensa local, Murad não suporta o filho caçula de Sarney, e atribui a ele a derrota a que já foi submetido; Fernando foi um dos articuladores da vitória de Arnaldo Melo na Assembleia Legislativa, em 2011; Murad dormiu presidente e acordou derrotado
Investigado pela Polícia Federal, acusado de ser mentor intelectual do desvio de R$ 1,2 bilhão na saúde, Ricardo Murad aproveitou chamou o sistema de comunicação presidido pela irmã Teresa Murad e pelo cunhado Fernando Sarney de 'diabo'; segundo informação evacuada na imprensa local, Murad não suporta o filho caçula de Sarney, e atribui a ele a derrota a que já foi submetido; Fernando foi um dos articuladores da vitória de Arnaldo Melo na Assembleia Legislativa, em 2011; Murad dormiu presidente e acordou derrotado (Foto: Leonardo Lucena)

247, com Blog do Raimundo Garrone - Investigado pela Polícia Federal, acusado de ser mentor intelectual do desvio de R$ 1,2 bilhão na saúde, Ricardo Murad a chamou o sistema de comunicação presidido pela irmã Teresa Murad e pelo cunhado Fernando Sarney de ‘diabo’.

Murad não suporta o filho caçula de Sarney. Atribui a ele a mais humilhante derrota a que já foi submetido. Fernando foi um dos articuladores da vitória de Arnaldo Melo na Assembleia Legislativa, em 2011. Murad dormiu presidente e acordou derrotado.

O comportamento de Murad só aumenta o foço entre ele e os Sarney e reduz as chances de deixar o purgatório político. Segundo o jornalista Raimundo Garrone, o peemedebista não engoliu o fato do Sistema Mirante deixar de fazer sua defesa após a sua condução coercitiva pela PF. Após chamar a rede de comunicação maranhense de "diabo", Murad conseguiu um editorial na capa do jornal da oligarquia atacando a PF, MPF e CGU.

Murad também critica o presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Edmar Cutrim, um dos cabos eleitorais de Melo, na época.

Um dia depois de chamar indiretamente Fernando Sarney de ‘diabo’ Murad escalou a filha para atacar o presidente da Famem, Gil Cutrim, filho do ex-presidente do TCE. Utilizando como pretexto o surto coronelista da prefeita Maura Jorge, a deputada Andrea Murad chamou Cutrim de ‘covarde’ por este não defender sabe-se lá de que a prefeita sarneysista.

Investigações

As investigações da PF apontaram que Murad terceirizava de serviços na Saúde para fugir dos controles da lei de licitação, facilitando o desvio de verba pública. De acordo com a Controladoria Geral da União (CGU), a Secretaria de Saúde enviava recursos para a ICN e a Bem Viver, entidades responsáveis por gerir hospitais e unidades de saúde. Uma parte do dinheiro, no entanto, era destinada a empresas que existiam somente no papel, instituições de fachada. Em outras palavras,

Segundo a PF, um grupo de empresas beneficiadas com dinheiro público supostamente desviados da Saúde basteceu 61 campanhas eleitorais no Maranhão. A esposa de Murad e a filha do casal, a deputada Andrea Murad, também foram beneficiados, apontou a PF. A Justiça Federal apreendeu o passaporte do ex-secretário de Saúde do Maranhão Ricardo Murad (PMDB). 

O relatório da Polícia Federal sobre Operação Sermão aos Peixes aponta que a organização criminosa comandada pelo ex-secretário Ricardo Murad (PMDB), cunhado da ex-governadora Roseana Sarney, também tinha ramificações na imprensa maranhense. No documento, os investigadores detalham como a quadrilha acusada de saquear R$ 1,2 bilhão da pasta tentava manipular a opinião pública por meio de jornais, blogs e discursos na Assembleia Legislativa do Maranhão (leia mais aqui).

A pedido da PF, o juiz federal Roberto Veloso também proibiu o cunhado da ex-governadora Roseana Sarney de deixar a capital do estado, São Luís. O peemedebista nega as acusações.


 

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