PF: Murad comandava esquema de fantasmas em hospital

O vereador Fábio Câmara e o ex-secretário de Saúde, Ricardo Murad comandavam um esquema de indicações e de funcionários fantasmas no Hospital Carlos Macieira, que era administrado pela Bem Viver, entidade acusada pela PF de fazer parte de uma organização criminosa que tomou conta da saúde pública no Maranhão; segundo relatório da PF, os contratados (enfermeiros, fisioterapeutas, psicólogos, dentre outros) por meio de indicação da dupla recebiam remunerações mais elevadas se comparadas se comparadas com outros profissionais que exerciam a mesma função

O vereador Fábio Câmara e o ex-secretário de Saúde, Ricardo Murad comandavam um esquema de indicações e de funcionários fantasmas no Hospital Carlos Macieira, que era administrado pela Bem Viver, entidade acusada pela PF de fazer parte de uma organização criminosa que tomou conta da saúde pública no Maranhão; segundo relatório da PF, os contratados (enfermeiros, fisioterapeutas, psicólogos, dentre outros) por meio de indicação da dupla recebiam remunerações mais elevadas se comparadas se comparadas com outros profissionais que exerciam a mesma função
O vereador Fábio Câmara e o ex-secretário de Saúde, Ricardo Murad comandavam um esquema de indicações e de funcionários fantasmas no Hospital Carlos Macieira, que era administrado pela Bem Viver, entidade acusada pela PF de fazer parte de uma organização criminosa que tomou conta da saúde pública no Maranhão; segundo relatório da PF, os contratados (enfermeiros, fisioterapeutas, psicólogos, dentre outros) por meio de indicação da dupla recebiam remunerações mais elevadas se comparadas se comparadas com outros profissionais que exerciam a mesma função (Foto: Leonardo Lucena)

247, com Blog do Raimundo Garrone - O vereador Fábio Câmara e o ex-secretário de Saúde, Ricardo Murad comandavam um esquema de indicações e de funcionários fantasmas no Hospital Carlos Macieira, que era administrado pela Bem Viver, entidade acusada pela Polícia Federal de fazer parte de uma organização criminosa que tomou conta da saúde pública no Maranhão.

Segundo relatório da PF, os contratados (enfermeiros, fisioterapeutas, psicólogos, dentre outros) por meio de indicação da dupla recebiam remunerações mais elevadas se comparadas se comparadas com outros profissionais que exerciam a mesma função, ou outra  superior, como o caso de uma coordenadora que ganhava mais do que a diretora administrativa do hospital.

“A discrepância salarial é facilmente perceptível quando se confronta por exemplo os salários da Sra. Marise Gaspar (enfermeira que ocupa a função de Coordenadora da Central de Internação e Alta) e da Dra. Silvana Helena Serra Muniz (diretora administrativa do HCM- Hospital Carlos Macieira), onde a 1ª (primeira) percebe a importância de R$ 10.000,00 (Dez mil reais) e o da 2ª de R$ 7.000,00 (Sete mil reais)”, diz o relatório.

A PF diz ainda que Sâmia Ferreira, Coordenadora do Departamento de Pessoal, recebia mensalmente uma gratificação não declarada em contracheque de R$ 2.000,00 para ser conivente com o esquema de contratação de funcionários fantasmas

As investigações da PF apontaram que Murad terceirizava de serviços na Saúde para fugir dos controles da lei de licitação, facilitando o desvio de verba pública. De acordo com a Controladoria Geral da União (CGU), a Secretaria de Saúde enviava recursos para a ICN e a Bem Viver, entidades responsáveis por gerir hospitais e unidades de saúde. Uma parte do dinheiro, no entanto, era destinada a empresas que existiam somente no papel, instituições de fachada. Em outras palavras,

Segundo a PF, um grupo de empresas beneficiadas com dinheiro público supostamente desviados da Saúde basteceu 61 campanhas eleitorais no Maranhão. A esposa de Murad e a filha do casal, a deputada Andrea Murad, também foram beneficiados, apontou a PF. A Justiça Federal apreendeu o passaporte do ex-secretário de Saúde do Maranhão Ricardo Murad (PMDB). 

O relatório da Polícia Federal sobre Operação Sermão aos Peixes aponta que a organização criminosa comandada pelo ex-secretário Ricardo Murad (PMDB), cunhado da ex-governadora Roseana Sarney, também tinha ramificações na imprensa maranhense. No documento, os investigadores detalham como a quadrilha acusada de saquear R$ 1,2 bilhão da pasta tentava manipular a opinião pública por meio de jornais, blogs e discursos na Assembleia Legislativa do Maranhão (leia mais aqui).

A pedido da PF, o juiz federal Roberto Veloso também proibiu o cunhado da ex-governadora Roseana Sarney de deixar a capital do estado, São Luís. O peemedebista nega as acusações.

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