Porto do Itaqui quer ser opção de saída para carnes

O porto de Itaqui, em São Luís, pretende iniciar no segundo semestre deste ano as operações com contêineres, para tornar-se mais uma opção de saída para a carne exportada pelo Brasil. Foram investidos R$ 30 milhões em adequações que permitirão a movimentação de contêineres simples e os "reefers" – refrigerados e voltados a perecíveis

O porto de Itaqui, em São Luís, pretende iniciar no segundo semestre deste ano as operações com contêineres, para tornar-se mais uma opção de saída para a carne exportada pelo Brasil. Foram investidos R$ 30 milhões em adequações que permitirão a movimentação de contêineres simples e os "reefers" – refrigerados e voltados a perecíveis
O porto de Itaqui, em São Luís, pretende iniciar no segundo semestre deste ano as operações com contêineres, para tornar-se mais uma opção de saída para a carne exportada pelo Brasil. Foram investidos R$ 30 milhões em adequações que permitirão a movimentação de contêineres simples e os "reefers" – refrigerados e voltados a perecíveis (Foto: Leonardo Lucena)

Maranhão 247 - O porto de Itaqui, em São Luís, pretende iniciar no segundo semestre deste ano as operações com contêineres, para tornar-se mais uma opção de saída para a carne exportada pelo Brasil. Foram investidos R$ 30 milhões em adequações que permitirão a movimentação de contêineres simples e os “reefers” – refrigerados e voltados a perecíveis. O que informa o Valor Econômico. O superintendente de Itaqui, Ted Lago, reforça a necessidade de diversificação do porto, que registrou aumento de cem vezes em seu lucro líquido entre 2014 e 2016, para R$ 400 milhões. 

Maranhão tem  segundo maior rebanho bovino do Nordeste, com 7,6 milhões de cabeças. “Não queremos ser apenas um corredor do grão para o exterior, mas agregar valor colocando o grão na boca do boi”, diz Lago, que esteve em São Paulo para a feira de logística Intermodal.

As futuras exportações de carne pelo porto maranhense não deverão substituir eventuais embarques de boi em pé. Em 2015, um acidente no porto de Vila do Conde (PA) redirecionou animais do Minerva para Itaqui. “Esses dois únicos embarques geraram R$ 40 milhões a quase 200 pecuaristas do Maranhão”, afirma Lago. “Carne processada e boi tem tempos diferentes. Podemos fazer os dois”. 

 

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