Ricardo Coutinho prevê vitória de Lula e defende democratizar comunicação: "mídia pode muita coisa, mas não pode tudo"

Em entrevista à TV 247, ex-governador paraibano disse também que o governo atual paralisou o Brasil e a candidatura de Sérgio Moro é "bolsonarismo sem Bolsonaro"

www.brasil247.com - 19/03/2017- Monteiro- PB, Brasil- Os ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff viajam para Monteiro-PB  ao lado do governador Ricardo Coutinho
19/03/2017- Monteiro- PB, Brasil- Os ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff viajam para Monteiro-PB ao lado do governador Ricardo Coutinho (Foto: Ricardo Stuckert / Instituo Lula)


247 - O ex-governador da Paraíba Ricardo Coutinho, pré-candidato do PT ao Senado, defendeu nesta sexta-feria (26) a regulamentação econômica dos meios de comunicação no Brasil, para evitar campanhas de manipulação como a do golpe de 2016 e a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. 

Em entrevista ao programa O Dia em 20 Minutos, da TV 247, Coutinho destacou o desgaste do governo Jair Bolsonaro e afirmou que o campo progressista adquiriu experiência em relação às eleições de 2018. "A mídia pode muita coisa, mas não pode tudo. [Eleição de] 2022 não é igual a 2018. Em 2018 nós estávamos completamente surpresos com a maldade que as mídias sociais e a mídia conseguiram fazer. Nós quase não existimos. Em 2022 você tem um governo que é difícil chegar ao segundo turno, sofre com índice altíssimo de rejeição", afirmou Coutinho. O ex-governador paraibano disse também que o governo atual paralisou o Brasil e a candidatura de Sérgio Moro é "bolsonarismo sem Bolsonaro".  

Na entrevista, o ex-governador também comentou a ação da prefeitura de João Pessoa, que despejou cerca de 400 famílias da ocupação Dubai em plena pandemia, contrariando decisão do STF e lei aprovada pelo Congresso. 

Coutinho lidera corrida ao Senado

Pesquisa DataVox/PB Agora divulgada nesta sexta-feira (26), mostra Ricardo Coutinho liderando a preferência dos eleitores para a vaga do Senado em disputa. Segundo o levantamento, Coutinho tem 21,8% de intenções de voto, seguido por Efraim Filho (DEM) com 15% e Aguinaldo Ribeiro, com 8,9%.

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