Wellington Dias cobra pagamento do auxílio emergencial: 'parou por quê?

"Parou por quê? Se a pandemia prosseguiu. Claro que a fome chegou. A fome não tira férias. A fome não estava de férias em janeiro, fevereiro e março", disse o governador do Piauí, Wellington Dias, sobre a suspensão do pagamento do auxílio emergencial por parte do governo Jair Bolsonaro

(Foto: Reprodução/Instagram)
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247 - O governador do Piauí, Wellington Dias (PT), condenou a paralisação do pagamento do auxílio emergencial por parte do governo federal e rebateu as declarações feitas por Jair Bolsonaro de que as medidas restritivas contra a pandemia adotadas por governos estaduais e municipais fazem com que a "fome bata cada vez mais forte". “Assim como parou o auxílio emergencial, parou também o apoio a micro e pequenos empreendedores, autônomos, artistas, esportistas. Há necessidade desse atendimento e é isso que defendemos, como fazem outros países”, disse Dias em um vídeo gravado. 

“A pandemia acabou? Claro que não. Aliás, piorou. [...] Vejam, o governo federal, em 2020, pagava R$ 600 de auxílio emergencial para proteger os mais pobres. Que maravilha. Depois, passou a pagar R$ 300. Em dezembro, parou de pagar”, disse o governador sobre a suspensão do pagamento do auxílio. 

"E parou por quê? Se a pandemia prosseguiu. Claro que a fome chegou. A fome não tira férias. A fome não estava de férias em janeiro, fevereiro e março. As pessoas não só ficaram com fome como também sem dinheiro para comprar remédios, necessidades básicas. Assim como parou o auxílio emergencial, parou também o apoio a micro e pequenos empreendedores, autônomos, artistas, esportistas. Há necessidade desse atendimento e é isso que defendemos, como fazem outros países", afirmou em seguida

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