Aeroporto de Cabo Frio pode ter área de apoio logístico

Proximidade com os campos do pr-sal impulsionar o crescimento dos municpios da Regio dos Lagos e um dos setores que mais se beneficiar o aerovirio; nmero de vos de avies de cargas voltadas para a explorao petrolfera aumenta anualmente

Agência Rio - Para atender a demanda de empresas que usam o Aeroporto Internacional de Cabo Frio, na Região dos Lagos, para o transporte de equipamentos e de outros produtos de apoio offshore ao setor petrolífero, a Companhia de Desenvolvimento Industrial do Estado do Rio de Janeiro (Codin), da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços, tenta viabilizar uma área de três a quatro milhões de metros quadrados da Álcalis, para instalar um condomínio logístico e industrial.

A proximidade com os campos do pré-sal impulsionará o crescimento dos municípios da Região dos Lagos e um dos setores que mais se beneficiará é o aeroviário. O número de vôos de aviões de cargas voltadas para a exploração petrolífera aumenta a cada ano no aeroporto.

"O condomínio é uma demanda das prefeituras de Cabo Frio e de Arraial do Cabo, juntamente com a concessionária do aeroporto, a Costa do Sol. Elas querem criar uma retroárea do terminal para abrigar instalações de empresas de apoio offshore ao petróleo. Mas, o projeto está em fase embrionária, porque depende da solução jurídica do processo de falência da Álcalis, hoje o maior empecilho", afirmou o superintendente de Projetos da Codin, Renato Gomes.

O terminal também tem sido usado para alfândega de produtos que chegam pelo Porto do Rio ou pelo Galeão. Como as empresas podem escolher onde querem fazer a aduana, muitas delas levam a carga para Cabo Frio, onde os procedimentos são feitos mais rapidamente, porque não precisam disputar espaço com outras cargas em geral no Galeão ou de outros portos do estado.

Há igualmente o interesse em desembarcar material em Cabo Frio por causa da atuação mais rápida dos órgãos federais – Polícia Federal e Receita Federal – no aeroporto em relação ao Galeão, na Ilha do Governador, onde uma mercadoria pode levar até dez dias para ser liberada.

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