Ator preso por engano critica condições da prisão

Vinícius Romão perdeu sete quilos durante os 16 dias que ficou na Cadeia Pública Patrícia Aciolli, em São Gonçalo; ele foi acusado por engano de roubar R$ 10 e um bilhete de ônibus, após deixar a loja em que trabalha, em um shopping da Zona Norte do Rio: “Não vejo como as pessoas podem sair de lá melhores do que entraram. Não havia nada para fazer”, disse 

Vinícius Romão perdeu sete quilos durante os 16 dias que ficou na Cadeia Pública Patrícia Aciolli, em São Gonçalo; ele foi acusado por engano de roubar R$ 10 e um bilhete de ônibus, após deixar a loja em que trabalha, em um shopping da Zona Norte do Rio: “Não vejo como as pessoas podem sair de lá melhores do que entraram. Não havia nada para fazer”, disse 
Vinícius Romão perdeu sete quilos durante os 16 dias que ficou na Cadeia Pública Patrícia Aciolli, em São Gonçalo; ele foi acusado por engano de roubar R$ 10 e um bilhete de ônibus, após deixar a loja em que trabalha, em um shopping da Zona Norte do Rio: “Não vejo como as pessoas podem sair de lá melhores do que entraram. Não havia nada para fazer”, disse  (Foto: Roberta Namour)
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247 - O ator Vinícius Romão, preso por engano há duas semanas, foi solto no início da tarde desta quarta-feira (26) de um presídio em São Gonçalo, no Rio de Janeiro.

Vinícius, que fez parte do elenco da novela das 18h, Lado a Lado, exibida em 2012, foi acusado por engano de roubar R$ 10 e um bilhete de ônibus. Ele foi abordado por policiais após deixar a loja em que trabalha, em um shopping da Zona Norte do Rio.
Ele perdeu sete quilos durante os 16 dias que ficou preso. Em entrevista coletiva, após ser libertado, ele reclamou das mas condições da cadeia Pública Patrícia Aciolli. O ator dividiu uma cela com outros 14 homens, acusados de tráfico de drogas e de agressão a mulheres.

“Quando a gente chega na prisão, cortam o nosso cabelo, e colocam um uniforme na gente com a inscrição da Secretaria de Administração Penitenciária e a palavra ‘ressocialização’. Mas não vejo como as pessoas podem sair de lá melhores do que entraram. Não havia nada para fazer. Improvisamos até jogos de dominó e damas com papel para que a gente pudesse se distrair e passar o tempo”, disse.

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