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Boulos: 'não é justo que a mão invisível do mercado decida se as famílias tenham ou não comida'

Candidato a prefeito de São Paulo pelo PSOL, Guilherme Boulos critica governo Bolsonaro, que não manteve estoques públicos de arroz, que serviriam para controlar aumentos repentinos de preços

Guilherme Boulos (Foto: Agência Brasil)

Revista Fórum - O candidato do PSOL à Prefeitura de São Paulo, Guilherme Boulos, escreveu nesta quinta-feira (10)  em seu perfil no Twitter que “não é justo que a mão invisível do mercado dite se a prateleira das famílias tenha ou não comida básica”. O político se referia ao aumento repentino dos preços do arroz nos supermercados nas últimas semanas. E, na publicação, ele ataca o governo Bolsonaro por não manter estoques públicos do cereal, o que ajudaria a conter os preços neste momento.

O aumento repentino dos preços do arroz no supermercado vem sendo bastante discutido nos últimos dias. De uma média de R$ 15, o saco de 5 kg do produto dobrou ou até triplicou de valor. 

“O arroz é o exemplo mais agudo, mas não o único”, lembra o líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST). O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indica que os preços dos alimentos nos últimos 12 meses subiram 8,83%.

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