Cabral preso não atinge PMDB, diz Jucá

Presidente nacional do PMDB, o senador Romero Jucá (RR) disse que a prisão do ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (PMDB) nesta quinta-feira, 17, não atinge o partido; "O partido não se afeta. Essa questão do Sérgio Cabral é algo restrito", e Juca, que é líder do governo Michel Temer no Senado; ele defendeu o direito de defesa do correligionário preso, mas isentou o partido; "Nós não vamos personalizar nem no partido, nem no Rio de Janeiro"

Presidente nacional do PMDB, o senador Romero Jucá (RR) disse que a prisão do ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (PMDB) nesta quinta-feira, 17, não atinge o partido; "O partido não se afeta. Essa questão do Sérgio Cabral é algo restrito", e Juca, que é líder do governo Michel Temer no Senado; ele defendeu o direito de defesa do correligionário preso, mas isentou o partido; "Nós não vamos personalizar nem no partido, nem no Rio de Janeiro"
Presidente nacional do PMDB, o senador Romero Jucá (RR) disse que a prisão do ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (PMDB) nesta quinta-feira, 17, não atinge o partido; "O partido não se afeta. Essa questão do Sérgio Cabral é algo restrito", e Juca, que é líder do governo Michel Temer no Senado; ele defendeu o direito de defesa do correligionário preso, mas isentou o partido; "Nós não vamos personalizar nem no partido, nem no Rio de Janeiro" (Foto: Aquiles Lins)

Rio 247 - Presidente nacional do PMDB e líder do governo Michel Temer no Senado, o senador Romero Jucá (RR) disse que a prisão do ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (PMDB) nesta quinta-feira, 17, não atinge o partido. 

"O partido não se afeta. Essa questão do Sérgio Cabral é algo restrito. É importante que se dê ao ex-governador Sérgio Cabral o direito de defesa, nós não vamos personalizar nem no partido, nem no Rio de Janeiro", afirmou Jucá em entrevista no Senado.

Cabral foi preso pela Polícia Federal dentro da operação Calicute. Peemedebista é acusado pelo Ministério Público Federal de receber propinas mensais entre R$ 200 mil e R$ 500 mil de empreiteiras em troca de contratos no governo do Estado. Esquema pode ter causado prejuízo mais de R$ 220 milhões ao estado e à União.

O senador disse ainda que "não há demérito" pelo fato de uma pessoa ser investigada e que o "demérito" é a pessoa ser condenada. "Questão política é. Toda investigação deve ser feita, se há alguma denúncia, se há alguma dúvida todos devem ser investigados", finalizou o peemedebista.

"É importante que os fatos sejam investigados com profundidade, e a partir daí se tenha uma convicção e o julgamento na Justiça. Seria injusto antecipar qualquer julgamento se a gente desconhece os motivos da prisão", ressaltou Jucá, que foi flagrado em conversa telefônica defendendo um "pacto" para "estancar a sangria" provocada pela operação Lava Jato. 

 

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