Com foro privilegiado, irmão de Garotinho poderá ser julgado por estupro pelo STF

Nelson Nahim (PSD-RJ), suplente da deputada federal Cristiane Brasil (PTB-RJ) que deixou o mandato para assumir o Ministério do Trabalho, deve conseguir foro privilegiado no inquérito por estupro que resultou em sua condenação a 12 anos de reclusão em regime fechado; envio do inquérito para o Supremo Tribunal Federal (STF) deverá atrasar a tramitação da ação penal a que Nahim responde e que já foi condenado em primeira instância

Nelson Nahim (PSD-RJ), suplente da deputada federal Cristiane Brasil (PTB-RJ) que deixou o mandato para assumir o Ministério do Trabalho, deve conseguir foro privilegiado no inquérito por estupro que resultou em sua condenação a 12 anos de reclusão em regime fechado; envio do inquérito para o Supremo Tribunal Federal (STF) deverá atrasar a tramitação da ação penal a que Nahim responde e que já foi condenado em primeira instância
Nelson Nahim (PSD-RJ), suplente da deputada federal Cristiane Brasil (PTB-RJ) que deixou o mandato para assumir o Ministério do Trabalho, deve conseguir foro privilegiado no inquérito por estupro que resultou em sua condenação a 12 anos de reclusão em regime fechado; envio do inquérito para o Supremo Tribunal Federal (STF) deverá atrasar a tramitação da ação penal a que Nahim responde e que já foi condenado em primeira instância (Foto: Paulo Emílio)

Rio 247 - Nelson Nahim (PSD-RJ), suplente da deputada federal Cristiane Brasil (PTB-RJ) que deixou o mandato para assumir o Ministério do Trabalho, deve conseguir foro privilegiado no inquérito por estupro que resultou em sua condenação a 12 anos de reclusão em regime fechado.

O envio do inquérito para o Supremo Tribunal Federal (STF) deverá atrasar a tramitação da ação penal a que Nahim responde e que já foi condenado em primeira instância. Além do crime de estupro, Nahim, que é irmão do ex-governador Anthony Garotinho, também responde pelos crimes de submissão de criança ou adolescente a prostituição ou exploração sexual e coação. A defesa nega que ele tenha cometido os crimes.

Segundo o advogado de Nahim, Marcello Ramalho, "considerando que a questão jurídica é matéria de ordem pública, caberá ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro decidir sobre o deslocamento ou não da competência para a Suprema Corte

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