Coronel diz que Forças Armadas deixam a Vila Kennedy nas próximas semanas

O coronel Carlos Frederico Cinelli, chefe do comunicação do Comando Militar do Leste (CML), informou que os militares das forças integradas de segurança devem deixar definitivamente a comunidade de Vila Kennedy, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, daqui a duas ou três semanas; o interventor federal no Rio de Janeiro, general Braga Netto, afirmou à Globo no dia 7 de março que a experiência na Vila Kennedy seria usada como modelo para a intervenção na segurança do estado

O coronel Carlos Frederico Cinelli, chefe do comunicação do Comando Militar do Leste (CML), informou que os militares das forças integradas de segurança devem deixar definitivamente a comunidade de Vila Kennedy, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, daqui a duas ou três semanas; o interventor federal no Rio de Janeiro, general Braga Netto, afirmou à Globo no dia 7 de março que a experiência na Vila Kennedy seria usada como modelo para a intervenção na segurança do estado
O coronel Carlos Frederico Cinelli, chefe do comunicação do Comando Militar do Leste (CML), informou que os militares das forças integradas de segurança devem deixar definitivamente a comunidade de Vila Kennedy, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, daqui a duas ou três semanas; o interventor federal no Rio de Janeiro, general Braga Netto, afirmou à Globo no dia 7 de março que a experiência na Vila Kennedy seria usada como modelo para a intervenção na segurança do estado (Foto: Leonardo Lucena)

Rio 247 - O coronel Carlos Frederico Cinelli, chefe do comunicação do Comando Militar do Leste (CML), informou na manhã desta terça-feira (20) que os militares das forças integradas de segurança devem deixar definitivamente a comunidade de Vila Kennedy, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, daqui a duas ou três semanas. O interventor federal no Rio de Janeiro, general Braga Netto, afirmou à Globo no dia 7 de março que a experiência na Vila Kennedy seria usada como modelo para a intervenção na segurança do estado.

De acordo com Cinelli, atualmente cerca de 50 militares fazem o patrulhamento diário na Vila Kennedy, junto com efetivo semelhante de policiais militares. 

O coronel afirma que houve redução no número de roubos de veículos e cargas na região, mas diz que "ainda não temos os dados consolidados do Instituto de Segurança Pública (ISP)". "Aumentou a percepção de segurança na comunidade. Há um decréscimo gradual do número de militares na Vila Kennedy. Ou seja, os militares vão saindo enquanto a PM vai entrando gradativamente na comunidade". Relato do G1.

Com o decreto do governo, que prevê a intervenção militar na segurança pública do Rio, as Forças Armadas assumiram a responsabilidade do comando das polícias Civil e Militar no estado do Rio até o dia 31 de dezembro de 2018. O interventor federal será o general Walter Souza Braga Netto, também assumiu o comando da Secretaria de Administração Penitenciária e do Corpo de Bombeiros.

Ainda segundo a proposta, o interventor federal está subordinado à presidência da República e poderá "requisitar, se necessário, os recursos financeiros, tecnológicos, estruturais e humanos do estado do Rio de Janeiro afetos ao objeto e necessários à consecução do objetivo da intervenção".

 

 
 

 

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