Damous: ‘Dilma é honesta, não tem conta na Suíça’

Um dos responsáveis por barrar o rito do impeachment no Congresso, na última semana, o deputado e jurista Wadih Damous (PT-RJ), ex-presidente da OAB-RJ, defende que o mandato da presidente "não pode ser abreviado por elementos desclassificados, golpistas, que não têm nenhum resquício de ética e moralidade"; "A presidenta Dilma é uma mulher honesta, não tem conta na Suíça, não tem conta em Lichtenstein, nunca apareceu algemada saindo de prefeituras", destaca o parlamentar, em referência às denúncias contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha; segundo Damous, Cunha criou um "rito da cabeça dele", que acabou barrado pelo STF; "Na verdade era um instrumento a serviço do golpe", classifica

Um dos responsáveis por barrar o rito do impeachment no Congresso, na última semana, o deputado e jurista Wadih Damous (PT-RJ), ex-presidente da OAB-RJ, defende que o mandato da presidente "não pode ser abreviado por elementos desclassificados, golpistas, que não têm nenhum resquício de ética e moralidade"; "A presidenta Dilma é uma mulher honesta, não tem conta na Suíça, não tem conta em Lichtenstein, nunca apareceu algemada saindo de prefeituras", destaca o parlamentar, em referência às denúncias contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha; segundo Damous, Cunha criou um "rito da cabeça dele", que acabou barrado pelo STF; "Na verdade era um instrumento a serviço do golpe", classifica
Um dos responsáveis por barrar o rito do impeachment no Congresso, na última semana, o deputado e jurista Wadih Damous (PT-RJ), ex-presidente da OAB-RJ, defende que o mandato da presidente "não pode ser abreviado por elementos desclassificados, golpistas, que não têm nenhum resquício de ética e moralidade"; "A presidenta Dilma é uma mulher honesta, não tem conta na Suíça, não tem conta em Lichtenstein, nunca apareceu algemada saindo de prefeituras", destaca o parlamentar, em referência às denúncias contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha; segundo Damous, Cunha criou um "rito da cabeça dele", que acabou barrado pelo STF; "Na verdade era um instrumento a serviço do golpe", classifica (Foto: Gisele Federicce)
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247 – Autor de um pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF) que, atendido, barrou o rito do impeachment definido pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o deputado e jurista Wadih Damous (PT-RJ) destaca que o rito foi tirado da cabeça de Cunha e que, combinado com o DEM, se tratava de "um instrumento a serviço do golpe".

"O que o Eduardo Cunha fez respondendo uma questão de ordem do DEM, aliás combinado com o DEM, foi criar um rito da cabeça dele. Por isso nós fomos ao Supremo Tribunal Federal para barrar essa inconstitucionalidade, que na verdade era um instrumento a serviço do golpe", disse o ex-presidente da OAB-RJ, em entrevista publicada no site da deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ).

Ele fez uma defesa enfática da presidente Dilma Rousseff, "uma mulher honesta, não tem conta na Suíça, não tem conta em Lichtenstein, nunca apareceu algemada saindo de prefeituras. Não responde a ação penal e não há a prática por parte da presidenta de qualquer dos crimes de responsabilidade tipificado de lei."

Ele elogiou o discurso feito por Dilma na CUT na semana passada . "Finalmente saiu do canto do ringue para de dedo em riste, democraticamente, dizer que os moralistas sem moral não podem prevalecer, não podem ser vitoriosos". Mas, como tem feito petistas com certa frequência nas últimas semanas, afirmou esperar "também que ela mude essa política econômica".

O petista disparou críticas contra a aliança da oposição com Cunha. "A oposição tornou-se golpista. A oposição está no seu leito natural. Se associando ao banditismo, a grupos desqualificados. Buscando apoio de pseudo juristas, que não tem nenhuma tradição no mundo jurídico, no âmbito de direito, para perpetrar um golpe parlamentar. Para criar, transformar a Câmara dos Deputados num tribunal de exceção. Essa é oposição mais desqualificada que já existiu na história do Brasil".

Leia aqui a íntegra da entrevista.

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