Damous vai à PGR contra Mendonça Filho

Deputado Wadih Damous (PT-RJ) informou que protocolou na PGR e no Conselho de Ética da Presidência "uma representação contra Mendonça Filho por prática de improbidade administrativa e desrespeito à liberdade de cátedra, constitucionalmente assegurada", a respeito do caso da UnB; para o deputado, o ministro da Educação de Temer "é a expressão desse governo: autoritário e cultor da mediocridade, além de hostil à ordem jurídica!"

Deputado Wadih Damous (PT-RJ) informou que protocolou na PGR e no Conselho de Ética da Presidência "uma representação contra Mendonça Filho por prática de improbidade administrativa e desrespeito à liberdade de cátedra, constitucionalmente assegurada", a respeito do caso da UnB; para o deputado, o ministro da Educação de Temer "é a expressão desse governo: autoritário e cultor da mediocridade, além de hostil à ordem jurídica!"
Deputado Wadih Damous (PT-RJ) informou que protocolou na PGR e no Conselho de Ética da Presidência "uma representação contra Mendonça Filho por prática de improbidade administrativa e desrespeito à liberdade de cátedra, constitucionalmente assegurada", a respeito do caso da UnB; para o deputado, o ministro da Educação de Temer "é a expressão desse governo: autoritário e cultor da mediocridade, além de hostil à ordem jurídica!" (Foto: Leonardo Lucena)

Rio 247 - O deputado federal Wadih Damous (PT-RJ) informou no Twitter que o seu mandato protocolou na Procuradoria-Geral da República e no Conselho de Ética da Presidência "uma representação contra Mendonça Filho por prática de improbidade administrativa e desrespeito à liberdade de cátedra, constitucionalmente assegurada".

Segundo o petista, o ministro da Educação "é a expressão desse governo: autoritário e cultor da mediocridade, além de hostil à ordem jurídica!".

O ministro pretende barrar o curso “o golpe de 2016 e o futuro da democracia no Brasil” na Universidade de Brasília (UnB), a ser ministrado pelo cientista político Luis Felipe Miguel. Ao site Poder360, o ministro disse, nesta quarta-feira (21), não haver "base científica na criação desse curso. Contraria as boas práticas da educação". "Alguém não pode ter uma ideia ou uma opinião e simplesmente oferecer dentro de uma universidade 1 curso", afirmou o democrata.

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