Delatores entregam contas de Pezão no exterior

Em meio à maior crise da história do Rio de Janeiro, em que os servidores estão com salários atrasados, o governo de Luiz Fernando Pezão, do PMDB, pode ter recebido seu tiro de misericórdia; delatores da Odebrecht entregaram as contas no exterior usadas por Pezão para receber propinas; não há menção a valores no documento tornado público pelo ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, mas Pezão já é alvo de uma petição remetida ao Superior Tribunal de Justiça; caberá agora ao tribunal decidir dar prosseguimento ou não às investigações contra o peemedebista; segundo dois delatores da Odebrecht, o governador, além das contas no exterior, também recebia propina da empreiteira pessoalmente

Em meio à maior crise da história do Rio de Janeiro, em que os servidores estão com salários atrasados, o governo de Luiz Fernando Pezão, do PMDB, pode ter recebido seu tiro de misericórdia; delatores da Odebrecht entregaram as contas no exterior usadas por Pezão para receber propinas; não há menção a valores no documento tornado público pelo ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, mas Pezão já é alvo de uma petição remetida ao Superior Tribunal de Justiça; caberá agora ao tribunal decidir dar prosseguimento ou não às investigações contra o peemedebista; segundo dois delatores da Odebrecht, o governador, além das contas no exterior, também recebia propina da empreiteira pessoalmente
Em meio à maior crise da história do Rio de Janeiro, em que os servidores estão com salários atrasados, o governo de Luiz Fernando Pezão, do PMDB, pode ter recebido seu tiro de misericórdia; delatores da Odebrecht entregaram as contas no exterior usadas por Pezão para receber propinas; não há menção a valores no documento tornado público pelo ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, mas Pezão já é alvo de uma petição remetida ao Superior Tribunal de Justiça; caberá agora ao tribunal decidir dar prosseguimento ou não às investigações contra o peemedebista; segundo dois delatores da Odebrecht, o governador, além das contas no exterior, também recebia propina da empreiteira pessoalmente (Foto: Gisele Federicce)

Rio 247 – Como se não bastasse a maior crise financeira da história do Rio de Janeiro, na qual servidores estaduais realizam protestam contra salários atrasados e outras medidas de ajuste fiscal propostas pelo Estado, o governador Luiz Fernando Pezão tem seu nome envolvidos em delações da Odebrecht por ter recebido propina da empreiteira – pessoalmente e em contas no exterior.

As revelações foram feitas por Benedicto Júnior, ex-presidente da construtora Odebrecht, e seu braço-direito Leandro Andrade Azevedo, diretor de Infraestrutura da Odebrecht no Rio. Não há menção a valores no documento tornado público pelo ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, que nesta terça-feira 11 pediu a abertura de inquérito contra 108 políticos com foro privilegiado.

Pezão já é alvo de uma petição remetida ao Superior Tribunal de Justiça. Caberá agora à corte decidir dar prosseguimento ou não às investigações. No ofício enviado ao STJ, Fachin descreveu que os delatores "relatam que foram feitos pagamentos indevidos a Luiz Fernando de Souza (Pezão), atual Governado do Estado do Rio de Janeiro, pela equipe de Hilberto Silva. Esses repasses teriam sido registrados no Sistema "Drousys", enquanto os valores foram entregues em quantias pessoalmente e por meio de contas no exterior".

A denúncia pode ser o tiro de misericórdia contra Pezão.

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