Dora: Barbosa pode tentar o Senado em 2014, no Rio

Colunista afirma que Joaquim Barbosa tem, sim, pretensões políticas e afirma que ele vem se aconselhando com gente do ramo; jornalista afirma que presidente do Supremo Tribunal Federal teme entrar na briga pelo Planalto, porque, neste caso, seria acusado de ter usado a Ação Penal 470 como trampolim; ser vice na chapa de um dos adversários do PT também seria uma opção mais arriscada; por isso, ela aposta numa vaga ao Senado

Colunista afirma que Joaquim Barbosa tem, sim, pretensões políticas e afirma que ele vem se aconselhando com gente do ramo; jornalista afirma que presidente do Supremo Tribunal Federal teme entrar na briga pelo Planalto, porque, neste caso, seria acusado de ter usado a Ação Penal 470 como trampolim; ser vice na chapa de um dos adversários do PT também seria uma opção mais arriscada; por isso, ela aposta numa vaga ao Senado
Colunista afirma que Joaquim Barbosa tem, sim, pretensões políticas e afirma que ele vem se aconselhando com gente do ramo; jornalista afirma que presidente do Supremo Tribunal Federal teme entrar na briga pelo Planalto, porque, neste caso, seria acusado de ter usado a Ação Penal 470 como trampolim; ser vice na chapa de um dos adversários do PT também seria uma opção mais arriscada; por isso, ela aposta numa vaga ao Senado (Foto: Leonardo Attuch)
Siga o Brasil 247 no Google News Assine a Newsletter 247

247 - A jornalista Dora Kramer, colunista do Estado de S. Paulo, afirma que Joaquim Barbosa, presidente do Supremo Tribunal Federal, foi o "personagem do ano", e revela que ele tem, sim, pretensões políticas (leia aqui sua coluna).

Segundo Dora, Barbosa vem se aconselhando com gente do ramo, mas receia mergulhar de cabeça na disputa presidencial de 2014. "Aos interlocutores disse que não rejeita concorrer à Presidência. Acredita que, se o fizesse, estaria dando razão às acusações de que conduziu o julgamento do mensalão com a finalidade de angariar apoio político e eleitoral", diz ela.

Dora também aborda outra possibilidade: a de que ele seja vice de algum dos adversários da presidente Dilma Rousseff. "Obviamente ele não concorreria por partido governista - até porque um dos conselheiros mais frequentes é marcadamente de oposição -, o que também daria margem a críticas do PT em relação à conduta dele no Supremo".

Por isso, a jornalista afirma que a saída mais segura é uma candidatura ao Senado Federal, no Rio de Janeiro, onde o nome que seria favorito, do governador Sergio Cabral, vive seu momento mais baixo de popularidade. "A melhor porta de entrada na política, na avaliação resultante das consultas feitas pelo ministro, seria uma candidatura ao Senado pelo Rio de Janeiro", diz ela.

O conhecimento liberta. Saiba mais

A você que chegou até aqui, agradecemos muito por valorizar nosso conteúdo. Ao contrário da mídia corporativa, o Brasil 247 e a TV 247 se financiam por meio da sua própria comunidade de leitores e telespectadores. Você pode apoiar a TV 247 e o site Brasil 247 de diversas formas. Veja como em brasil247.com/apoio

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247