Eduardo Bolsonaro: esquerda não fala mais de Marielle porque “assassinos não são PMs”

O deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) afirmou que a esquerda deixou de falar de Marielle Franco (PSOL-RJ) “porque não interessava mais”; os assassinos, diz o parlamentar, “não são policiais militares, então eles pararam de falar da Marielle”

(Foto: Michel Jesus/ Câmara dos Deputados | Mídia NINJA)

247 - O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) afirmou que a esquerda deixou de falar da ex-vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ) “porque não interessava mais”.

“A esquerda só faz as coisas se interessarem a ela. Tanto que falaram que a esquerda baixou a bola com relação à Marielle Franco porque chegaram a conclusão que os assassinos prováveis dela não interessam ao PT. Não são policiais militares, então eles pararam de falar da Marielle”, disse o parlamentar ao programa Na Lata, da atriz Antonia Fontenelle.

Em 15 de março de 2018, um dia após o assassinato, Eduardo Bolsonaro foi o único membro da família a comentar sobre o caso. No Twitter, o congressista apontou uma mesma “hipocrisia da esquerda”, dizendo que colocariam a culpa em um PM. 

O assassinato tem ligações com o crime organizado, embora as autoridades ainda não tenham chegado uma desfecho. Marielle era avista de direitos humanos e denunciava a truculênica policial nas favelas do município do Rio.

Os criminosos perseguiram a então parlamentar por cerca de quatro quilômetros e escolheram um ponto sem câmeras para efetuar os disparos. 

Em março deste ano, foram presos dois suspeitos de serem os assassinos de Marielle: o policial militar reformado Ronnie Lessa e o ex-militar Élcio Vieira de Queiroz. O primeiro é acusado de ter feito os disparos e o segundo de dirigir o carro que perseguiu a parlamentar. 

Lessa morava no mesmo condomínio de Bolsonaro.

Outro detalhe é que Élcio Vieira de Queiroz, de 46 anos havia postado no Facebook uma foto ao lado de Jair Bolsonaro. Na foto, o rosto de Bolsonaro está cortado. 

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