Elika Takimoto: Educação deve formar cidadãos, não robôs

A professora e escritora Elika Takimoto contou em entrevista à TV 247 de que forma a educação foi primordial para sua vida; ela chamou a atenção para os perigos de uma educação que não gera seres pensantes e questionadores, mas que cria pessoas disciplinadas dentro de um padrão de sociedade; confira sua entrevista à jornalista Regina Zappa, do programa Estação Sabiá

247 - A professora e escritora Elika Takimoto, formada em física pela UFRJ, com mestrado em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia e doutorado em Filosofia pela mesma universidade, contou para a Estação Sabiá de que forma a educação foi primordial para sua vida. Ela chamou a atenção para os perigos de uma educação que não gera seres pensantes e questionadores, mas que cria pessoas disciplinadas dentro de um padrão de sociedade. Por isso, parou o doutorado e foi estudar o sistema de ensino no Brasil e no mundo.

“É só olhar em volta. Não me parece que esse sistema, com algumas exceções, esteja formando pessoas críticas e que refletem sobre seu mundo”, diz Elika. Segundo ela, a educação deveria ser libertadora e não castradora. E com a atual política de desprezo pela educação que forma cidadãos e não robôs e o ataque aos professores de uma forma geral, estes se aposentam e vai ficando cada vez mais difícil repô-los. “E desesperador ver que o professor é considerado inimigo”. 

Já publicou vários livros, falou deles e de como venceu a barreira de não acreditar, desde os tempos da escola, na sua própria capacidade para escrever. Elika é hoje primeira suplente de deputada estadual pelo PT e irá concorrer à vereadora em 2020. Seu próximo livro a ser lançado, Nós somos a tempestade, tem prefácio do ex-presidente Lula. 

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