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Em São Paulo, hospitais privados têm ocupação de 95% em UTIs

A Beneficência Portuguesa e o Sírio-Libanês, por exemplo, apresentam taxas de 95,7% e 95% de ocupação em unidades de tratamento intensivo, respectivamente

Em São Paulo, hospitais privados têm ocupação de 95% em UTIs (Foto: Ramede Felix | iStock)

247 - Com o Brasil já registrando mais de 250 mil mortes por Covid-19 um ano após o início da pandemia, o coronavírus não dá trégua. Em São Paulo, a ocupação de leitos de UTI para pacientes com Covid-19 em hospitais privados varia de 80% a 95%, de acordo com o Valor Econômico.

O Hospital Albert Einstein registrou um aumento de 17% nas internações em UTIs entre 17 e 24 de fevereiro, na semana seguinte ao Carnaval. O problema pode não parar por aí. "Há uma preocupação em relação às próximas semanas em função das aglomerações do Carnaval", esclareceu o presidente do hospital, Sidney Klajner.

No Hospital Alemão Oswaldo Cruz e na Beneficência Portuguesa, as taxas de ocupação na UTI são de 92% e 95,7%, respectivamente. O Sírio-Libanês apresenta ocupação de 95% e o HCor de 88%. “Após um período de queda, nos últimos 14 dias, o hospital registrou estabilidade na quantidade de pacientes internados, com diagnóstico confirmado de covid-19”, informa boletim médico do HCor.

Ainda que os números assustem, os hospitais afirmam que têm condições de transformar leitos de UTI, hoje utilizados para outros fins, em leitos para pacientes com Covid-19.