Estado do Rio precisa de mais R$ 10 bi para quitar dívidas

O estado do Rio de Janeiro precisaria de mais R$ 10 bilhões para quitar todos os pagamentos que deve, segundo cálculo do economista Raul Velloso, que analisou as contas do governo no ano passado; o dado foi divulgado no Fórum Nacional do BNDES; todos os meses é necessária uma cifra de R$ 2 bilhões para pagar os salários dos servidores, que há mais de um ano estão com salários atrasados; o Rio foi o primeiro estado a decretar estado de calamidade financeira

O estado do Rio de Janeiro precisaria de mais R$ 10 bilhões para quitar todos os pagamentos que deve, segundo cálculo do economista Raul Velloso, que analisou as contas do governo no ano passado; o dado foi divulgado no Fórum Nacional do BNDES; todos os meses é necessária uma cifra de R$ 2 bilhões para pagar os salários dos servidores, que há mais de um ano estão com salários atrasados; o Rio foi o primeiro estado a decretar estado de calamidade financeira
O estado do Rio de Janeiro precisaria de mais R$ 10 bilhões para quitar todos os pagamentos que deve, segundo cálculo do economista Raul Velloso, que analisou as contas do governo no ano passado; o dado foi divulgado no Fórum Nacional do BNDES; todos os meses é necessária uma cifra de R$ 2 bilhões para pagar os salários dos servidores, que há mais de um ano estão com salários atrasados; o Rio foi o primeiro estado a decretar estado de calamidade financeira (Foto: Leonardo Lucena)

Rio 247 - O estado do Rio de Janeiro precisaria de mais R$ 10 bilhões para quitar todos os pagamentos que deve, segundo cálculo do economista Raul Velloso, que analisou as contas do governo no ano passado. O dado foi divulgado no Fórum Nacional do BNDES. Todos os meses são necessários R$ 2 bilhões para pagar os salários dos servidores, que há mais de um ano estão com salários atrasados. O Rio foi o primeiro estado a decretar estado de calamidade financeira.

De acordo com o estudo, apenas para os gastos obrigatórios, faltou o equivalente a 2,1% da receita do Estado no ano passado e 18,4% para os outros gastos. O economista afirmou que o maior preso está na previdência.

"A Constituição já prevê, no artigo 40, que organizemos fundos de ativos, de bens, de coisas que o Estado do Rio de Janeiro pode dedicar a pagar a previdência separando esse problema, como já existem outros fundos de previdência no país. E depois fazer o ajuste das contribuições tanto do empregador quanto dos empregados, que vão ter que contribuir um pouco mais para que a gente consiga colocar essa despesa dentro de uma situação financeiramente viável para o país. É um sacrifício grande, mas tem que ser feito", disse Velloso no fórum. 

Para aliviar os cofres estaduais, a prioridade do executivo é a votação na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) da lei que aumenta a contribuição dos servidores de 11% para 14%., segundo o governador Luiz Fernando Pezão.

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