Estado paralelo, diz Jandira sobre a Lava Jato após revelações do Intercept

A deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) bateu pesado nos membros da Lava Jato após as novas revelações da Vaza Jato. "O Estado paralelo da Lava-Jato atuava até mesmo contra a PGR Raquel Dodge. Passariam informações sigilosas à imprensa para pressionar a procuradora-geral publicamente. Minha nossa...", escreveu a parlamentar no Twitter

(Foto: Michel Jesus - Câmara)

247 - A deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ) bateu pesado nos membros da Lava Jato após as novas revelações do Intercept Brasil, em parceria com o jornal El País. De acordo com a reportagem, integrantes da operação tratavam a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, como inimiga.

"O Estado paralelo da Lava-Jato atuava até mesmo contra a PGR Raquel Dodge. Passariam informações sigilosas à imprensa para pressionar a procuradora-geral publicamente. Minha nossa...", escreveu a parlamentar no Twitter.

Segundo a matéria, em 11 de março deste ano, o procurador Januário Paludo escreveu em um chat do Telegram: "Caros. O barraco tem nome e sobrenome. Raquel dodge".

Segundo a reportagem, "as conversas dos procuradores, enviadas ao The Intercept por uma fonte anônima e analisadas em conjunto com EL PAÍS, apontam que Dodge, o posto mais alto do Ministério Público, era vista como uma espécie de inimiga interna pela própria operação". 

"E que os procuradores chegaram a discutir a possibilidade de repassar informações secretamente a jornalistas para pressioná-la a liberar ao STF delações, entre elas, a de Léo Pinheiro, da construtora OAS, uma testemunha-chave de casos que incriminam o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva".

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