Gaspari ironiza o teleférico “herdado” por Tiago Cedraz

O advogado Tiago Cedraz, filho do presidente do Tribunal de Contas da União, Aroldo Cedraz, vai operar o teleférico do morro do Alemão - obra da Odebrecht, OAS e Delta, que custou R$ 253 milhões e foi inaugurada duas vezes sem entrar em funcionamento; colunista Elio Gaspari lembra que Cedraz é acusado de receber R$ 1 milhões do empreiteiro Ricardo Pessoa, da UTC, para ter ajuda na liberação de um contrato da usina nuclear de Angra 3 e mais uma mesada de R$ 50 mil

O advogado Tiago Cedraz, filho do presidente do Tribunal de Contas da União, Aroldo Cedraz, vai operar o teleférico do morro do Alemão - obra da Odebrecht, OAS e Delta, que custou R$ 253 milhões e foi inaugurada duas vezes sem entrar em funcionamento; colunista Elio Gaspari lembra que Cedraz é acusado de receber R$ 1 milhões do empreiteiro Ricardo Pessoa, da UTC, para ter ajuda na liberação de um contrato da usina nuclear de Angra 3 e mais uma mesada de R$ 50 mil
O advogado Tiago Cedraz, filho do presidente do Tribunal de Contas da União, Aroldo Cedraz, vai operar o teleférico do morro do Alemão - obra da Odebrecht, OAS e Delta, que custou R$ 253 milhões e foi inaugurada duas vezes sem entrar em funcionamento; colunista Elio Gaspari lembra que Cedraz é acusado de receber R$ 1 milhões do empreiteiro Ricardo Pessoa, da UTC, para ter ajuda na liberação de um contrato da usina nuclear de Angra 3 e mais uma mesada de R$ 50 mil (Foto: Roberta Namour)
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247 – O colunista Elio Gaspari ironiza em sua coluna desta quarta-feira 6 o caso do advogado Tiago Cedraz, filho do presidente do Tribunal de Contas da União, Aroldo Cedraz, que vai operar o teleférico do morro do Alemão.

A obra da Odebrecht, OAS e Delta custou R$ 253 milhões e foi inaugurada duas vezes sem entrar em funcionamento. “No mundo da fantasia, dera tudo certo no andar de cima. As empreiteiras Odebrecht, OAS e Delta orgulhavam-se da obra. A Delta foi apanhada nas traficâncias do bicheiro Carlinhos Cachoeira e foi declarada inidônea pela Controladoria-Geral da União. A OAS, apanhada na Lava Jato, está em recuperação judicial. A empresa Supervia, filhote da Odebrecht, ficou com a exploração do serviço”, ressalta.

Gaspari lembra que Cedraz é acusado de receber R$ 1 milhões do empreiteiro Ricardo Pessoa, dono da UTC, para ter ajuda na liberação de um contrato da usina nuclear de Angra 3 e mais uma mesada de R$ 50 mil.

"Tiago Cedraz tem 33 anos e diplomou-se em 2006. Entre 2009 e 2013, formou um patrimônio imobiliário avaliado em R$ 13 milhões, mais um jatinho Cessna de dez lugares. Vive em Brasília e seu escritório acompanha 35 mil processos. Em 182 atuou no Tribunal de Contas. Em julho, a Polícia Federal visitou-o, cumprindo um mandado de busca e apreensão. Cedraz informa que criou a empresa Providência Teleféricos 'quando surgiu a oportunidade de participar das concorrências", acrescenta Gaspari (leia aqui).

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