Governador do Rio, Witzel diz que vai fechar a fronteira do Brasil com o Paraguai

"Vamos fechar a fronteira com o Paraguai. Não comercialmente, mas policialmente. Eu colaboro, mando policiais para a fronteira", disse ele, extrapolando suas funções

O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel
O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil)
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Sputinik – O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, pretende processar o Paraguai junto à Organização das Nações Unidas (ONU) pelo tráfico de armas ao Brasil.

Witzel disse que uma das soluções é fechar com forças de segurança a fronteira paraguaia e se prontificou em enviar policiais do Rio de Janeiro para ajudar na tarefa.

"Vamos fechar a fronteira com o Paraguai. Não comercialmente, mas policialmente. Eu colaboro, mando policiais para a fronteira. E vou pedir a outros estados que mandem policiais para lá. Não é possível que o Brasil continue sangrando com essas armas e ninguém faça nada", disse Witzel à jornalistas no Palácio da Guanabara.

Wilson Witzel disse que pretende denunciar o Paraguai na ONU e na Corte Interamericana dos Direitos Humanos.

"Determinei à Procuradoria-Geral do Estado que iniciasse estudos para nós representarmos o Paraguai perante a ONU e a Corte Interamericana dos Direitos Humanos", completou o governador.

Witzel declarou que a violência no Rio de Janeiro não é culpa só do governador.

"É o Ministério das Relações Exteriores que deve tomar as providências para orientar o presidente da República a exigir do Conselho de Segurança da ONU retaliações ao Paraguai, à Colômbia e à Bolívia pelo tráfico de armas e de drogas que inundam a América do Sul", salientou Witzel.

Na semana passada, o próprio Wilson Witzel foi denunciado na ONU por conta da morte da menina Ágatha Vitória Sales Félix, de 8 anos, atingida por um disparo de fuzil no Complexo do Alemão.

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