Gravações mostram que bandidos e cúmplices sabem aonde foi jogada a arma usada na execução de Marielle

Interceptações telefônicas entre Josinaldo Lucas Freitas, o Djaca, e José Márcio Mantovane, o Márcio Gordo, cúmplices do policial militar reformado Ronnie Lessa mostram que eles falavam em código e sabem aonde foram jogadas as armas usadas na execução da vereadora

(Foto: Mídia NINJA)
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247 - Interceptações telefônicas entre Josinaldo Lucas Freitas, o Djaca, e José Márcio Mantovane, o Márcio Gordo, cúmplices do policial militar reformado Ronnie Lessa mostram que eles falavam em código e sabem aonde foram jogadas as armas usadas na execução da vereadora. 

A reportagem do jornal O Globo destaca que "em 14 de março deste ano, às 14h02m, quando as caixas com pelo menos seis fuzis  já haviam sido descartadas, Márcio pergunta a Josinaldo se ele teria "doado os móveis". Josinaldo reponde que sim. Os investigadores do caso Marielle não tiveram dúvidas de que se tratava das armas lançadas de barco, no mar da Barra da Tijuca, próximo às Ilhas Tijucas, pouco antes da ligação."

A matéria ainda afirma que "Lessa havia sido preso dois dias antes da conversa. A Polícia Civil e o MP do Rio não afastam a possibilidade de a metralhadora HK-MP5, que teria sido utilizada no crime contra a parlamentar, estar entre os materiais jogados da embarcação. Ronnie Lessa é apontado como executor da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes."

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