Jefferson admite que filha não se ‘portou’ em vídeo

O presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, pai da deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ), chamou a atenção da filha por causa do vídeo em que ela aparece em um barco para se defender de condenação trabalhista; "Penso que uma figura pública deve se portar como uma figura pública, e usar ferramentas como Facebook e Instagram apenas em caráter institucional", disse

O presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, pai da deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ), chamou a atenção da filha por causa do vídeo em que ela aparece em um barco para se defender de condenação trabalhista; "Penso que uma figura pública deve se portar como uma figura pública, e usar ferramentas como Facebook e Instagram apenas em caráter institucional", disse
O presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, pai da deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ), chamou a atenção da filha por causa do vídeo em que ela aparece em um barco para se defender de condenação trabalhista; "Penso que uma figura pública deve se portar como uma figura pública, e usar ferramentas como Facebook e Instagram apenas em caráter institucional", disse (Foto: Leonardo Lucena)

Rio 247 - O presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, pai da deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ), chamou a atenção da filha, no início da tarde desta terça-feira (30), por causa do vídeo em que ela aparece em um barco para se defender de condenação trabalhista.

"Uma figura pública deve se portar como uma figura pública", afirmou o petebista no Twitter. "Sobre o vídeo, a repercussão fala por si. Também teve muita deturpação. Eram famílias no barco, havia crianças passando. Dito isso, penso que uma figura pública deve se portar como uma figura pública, e usar ferramentas como Facebook e Instagram apenas em caráter institucional", disse. "Aliás, como tem troglodita nas redes, hein? Menos moralismo e menos machismo, por favor", continuou.

No vídeo, Cristiane aparece cercada por homens sem camisa e em um barco, ela se defendeu da condenação que tem na Justiça do Trabalho. "Todo mundo pode pedir qualquer coisa abstrata na Justiça, ainda mais a Justiça do Trabalho. Eu juro pra vocês que eu não achava que tinha nada pra dever para essas duas pessoas que entraram contra mim. E eu vou provar isso em breve", afirmou ela. "Só quero saber o seguinte: 'quem' pode passar na cabeça das pessoas que entram contra a gente em ações trabalhistas?".

Em nota, deputada informou que "a gravação e a divulgação do vídeo foram manifestações espontâneas de um amigo, editadas fora do contexto". Ela disse ainda reiterar "o seu respeito à Justiça do Trabalho e à prerrogativa do trabalhador reivindicar seus direitos".

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