Justiça pode transferir dinheiro recuperado da Lava Jato para segurança no Rio

O interventor federal na segurança pública do Rio, general Braga Netto, tem nesta quinta-feira (8) um encontro com o juiz federa Marcelo Bretas, responsável pelo julgamento dos processos da Operação Lava Jato no Rio de Janeiro; a informação é do colunista Ancelmo Gois; de acordo com o texto, é possível que a Justiça Federal transfira o dinheiro desviado dos réus para ajudar no combate ao crime

O interventor federal na segurança pública do Rio, general Braga Netto, tem nesta quinta-feira (8) um encontro com o juiz federa Marcelo Bretas, responsável pelo julgamento dos processos da Operação Lava Jato no Rio de Janeiro; a informação é do colunista Ancelmo Gois; de acordo com o texto, é possível que a Justiça Federal transfira o dinheiro desviado dos réus para ajudar no combate ao crime
O interventor federal na segurança pública do Rio, general Braga Netto, tem nesta quinta-feira (8) um encontro com o juiz federa Marcelo Bretas, responsável pelo julgamento dos processos da Operação Lava Jato no Rio de Janeiro; a informação é do colunista Ancelmo Gois; de acordo com o texto, é possível que a Justiça Federal transfira o dinheiro desviado dos réus para ajudar no combate ao crime (Foto: Leonardo Lucena)

Rio 247 -  O interventor federal na segurança pública do Rio, general Braga Netto, tem nesta quinta-feira (8) um encontro com o juiz federa Marcelo Bretas, responsável pelo julgamento dos processos da Operação Lava Jato no Rio de Janeiro. A informação é do colunista Ancelmo Gois. De acordo com o texto, é possível que a Justiça Federal transfira o dinheiro desviado dos réus para ajudar no combate ao crime.

Com o decreto sobre a intervenção as Forças Armadas assumirão a responsabilidade do comando das polícias Civil e Militar no estado do Rio até o dia 31 de dezembro de 2018. O interventor federal será o general Walter Souza Braga Netto, comandante do Leste. Ele também assumirá o comando da Secretaria de Administração Penitenciária e do Corpo de Bombeiros.

Ainda segundo a proposta, o interventor federal ficará subordinado à presidência da República e poderá "requisitar, se necessário, os recursos financeiros, tecnológicos, estruturais e humanos do estado do Rio de Janeiro afetos ao objeto e necessários à consecução do objetivo da intervenção".

Também será possível, durante a intervenção, requisitar servidores e servidores da Secretaria de Estado de Segurança do Estado do Rio de Janeiro, da Secretaria de Administração Penitenciária do Estado do Rio de Janeiro e do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro, para ações de segurança pública determinadas pelo interventor.

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