MPF apura denúncia de aglomeração e de descumprimento de normas sanitárias em base da Marinha no Rio

Investigação do MPF visa apurar denúncias de supostas aglomerações e de descumprimento de protocolos sanitários contra a Covid-19 no Centro de Instrução Almirante Alexandrino (CIAA), responsável pela formação de cabos e sargentos da Marinha

(Foto: Reprodução)
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247 - O Ministério Público Federal (MPF) abriu uma investigação para apurar denúncias de supostas aglomerações e de descumprimento de protocolos sanitários contra a Covid-19 no Centro de Instrução Almirante Alexandrino (CIAA), responsável pela formação de cabos e sargentos da Marinha. 

"As aglomerações acontecem em todos os espaços: alojamento, banheiros, refeitório, sala de aula, tanto nos cursos de sargento como de cabo. O alojamento é um corredor onde ficam 25 pessoas trocando de roupa. Banheiro também fica lotado depois das práticas de treinamento. É bizarro", disse um militar ao site G1

Ainda segundo os militares, a base não mede a temperatura dos marinheiros e nem álcool em gel. As reclamações, ainda segundo as denúncias, seriam contidas por meio de ameaças de punição. O CIAA conta atualmente com cerca de 2,7 mil alunos.

De acordo com a reportagem, o Ministério Público Federal cobrou  do comandante base militar, o contra-almirante Alexander Reis Leite, explicações sobre as denúncias. Leite teria respondido que a unidade segue o Plano de Atividades para Acompanhamento da Evolução da Pandemia no Brasil e na Família Naval. Ele também teria informado que o CIAA segue os protocolos sanitários contra a Covid-19.  

O CIAA também informou que já realizou 4.052 testes de Covid desde o início do ano e que 207 militares que apresentaram resultados positivos foram afastados. 

 

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