Neguinho da Beija-flor: Dinheiro sujo tornou Carnaval um espetáculo

Intérprete da escola campeã do Carnaval do Rio, ele rebateu a polêmica sobre o suposto patrocínio da Guiné Equatorial: "Se não fosse a contravenção meter a mão no bolso, organizar, ainda estaria naquele negócio de armar e desarmar, arquibancada caindo, desfile terminando às 14h. Cada escola desfilando 2 ou 3 horas, a hora que quer. Se temos hoje o maior espetáculo do planeta, agradeça à contravenção"

Intérprete da escola campeã do Carnaval do Rio, ele rebateu a polêmica sobre o suposto patrocínio da Guiné Equatorial: "Se não fosse a contravenção meter a mão no bolso, organizar, ainda estaria naquele negócio de armar e desarmar, arquibancada caindo, desfile terminando às 14h. Cada escola desfilando 2 ou 3 horas, a hora que quer. Se temos hoje o maior espetáculo do planeta, agradeça à contravenção"
Intérprete da escola campeã do Carnaval do Rio, ele rebateu a polêmica sobre o suposto patrocínio da Guiné Equatorial: "Se não fosse a contravenção meter a mão no bolso, organizar, ainda estaria naquele negócio de armar e desarmar, arquibancada caindo, desfile terminando às 14h. Cada escola desfilando 2 ou 3 horas, a hora que quer. Se temos hoje o maior espetáculo do planeta, agradeça à contravenção" (Foto: Roberta Namour)
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247 – Em meio à polêmica sobre o suposto patrocínio da Guiné Equatorial, Neguinho da Beija-flor, intérprete da escola campeã do Carnaval do Rio, afirmou nesta quinta-feira (19) que o ‘dinheiro sujo’ foi responsável por transformar o evento no ‘maior espetáculo do planeta’.

“Se não fosse a contravenção meter a mão no bolso, organizar, ainda estaria naquele negócio de armar e desarmar, arquibancada caindo, desfile terminando às 14h. Cada escola desfilando 2 ou 3 horas, a hora que quer. Se temos hoje o maior espetáculo do planeta, agradeça à contravenção”, afirmou ele em entrevista à Radio Gaúcha.

A escola fez uma homenagem ao país que vive uma ditadura há 35 anos. “A Beija-flor foi muito feliz no tema, na minha concepção. Falou da importância do negro na nossa cultura. E a beleza de um país negro desenvolvido. Com ditador, sem ditador, a Guiné Equatorial é um país que está prosperando”, disse.

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