Paes aponta apatia de Dilma antes do impeachment

"Às vésperas do impeachment, a presidente Dilma esteve comigo, numa solenidade aqui no Rio de Janeiro. Pensei comigo: 'Ela vai me pedir, com certeza, para eu tentar reverter os votos da bancada do Rio, coisa que eu não conseguiria'. Mas não. Ela chegou aqui, me tratou cordialmente, mas não falou sobre política. Achei isso muito estranho", disse o prefeito do Rio, Eduardo Paes, em entrevista a Jorge Bastos Moreno; "Essa apatia da presidente às vésperas da votação me chamou muito a atenção”; Paes voltou a dizer que o secretário Pedro Paulo é o melhor nome para sucedê-lo

"Às vésperas do impeachment, a presidente Dilma esteve comigo, numa solenidade aqui no Rio de Janeiro. Pensei comigo: 'Ela vai me pedir, com certeza, para eu tentar reverter os votos da bancada do Rio, coisa que eu não conseguiria'. Mas não. Ela chegou aqui, me tratou cordialmente, mas não falou sobre política. Achei isso muito estranho", disse o prefeito do Rio, Eduardo Paes, em entrevista a Jorge Bastos Moreno; "Essa apatia da presidente às vésperas da votação me chamou muito a atenção”; Paes voltou a dizer que o secretário Pedro Paulo é o melhor nome para sucedê-lo
"Às vésperas do impeachment, a presidente Dilma esteve comigo, numa solenidade aqui no Rio de Janeiro. Pensei comigo: 'Ela vai me pedir, com certeza, para eu tentar reverter os votos da bancada do Rio, coisa que eu não conseguiria'. Mas não. Ela chegou aqui, me tratou cordialmente, mas não falou sobre política. Achei isso muito estranho", disse o prefeito do Rio, Eduardo Paes, em entrevista a Jorge Bastos Moreno; "Essa apatia da presidente às vésperas da votação me chamou muito a atenção”; Paes voltou a dizer que o secretário Pedro Paulo é o melhor nome para sucedê-lo (Foto: Leonardo Attuch)
Siga o Brasil 247 no Google News Assine a Newsletter 247

247 – Em entrevista ao jornalista Jorge Bastos Moreno, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, disse que viu a presidente Dilma Rousseff "apática" antes da votação do processo de impeachment, na Câmara dos Deputados.

"Às vésperas do impeachment, a presidente Dilma esteve comigo, numa solenidade aqui no Rio de Janeiro. Pensei comigo: 'Ela vai me pedir, com certeza, para eu tentar reverter os votos da bancada do Rio, coisa que eu não conseguiria'. Mas não. Ela chegou aqui, me tratou cordialmente, mas não falou sobre política. Achei isso muito estranho", disse Paes. "Essa apatia da presidente às vésperas da votação me chamou muito a atenção”.

Paes voltou a dizer que o secretário Pedro Paulo é o melhor nome para sucedê-lo.“Por que insisto com a candidatura Pedro Paulo? Porque ele é o mais preparado para assumir a prefeitura. Falam que, ao insistir no nome dele, eu estaria repetindo Lula com Dilma, o que deu no que deu. São casos totalmente diferentes. O Pedro Paulo está há tanto tempo quanto eu na prefeitura; conhece como ninguém os problemas da cidade e sabe as soluções para cada um. Ele vem de sucessivos mandatos parlamentares, tem traquejo político; sabe ouvir, sabe dialogar, principalmente com os adversários."

Sobre uma polêmica recente, seu grampo com o ex-presidente Lula, ele voltou a se desculpar. “Esse eu poderia ter evitado. Tudo culpa desse meu jeito de ser, boquirroto, de fazer piadas de mau gosto, coisas que minha assessoria tanto critica, mas que a esta altura da vida não vou, infelizmente, mudar. Posso até tentar, mas não consigo. Por que falei aquelas coisas? Porque simplesmente quis dar uma de Zeca Pagodinho, sem o talento do Zeca Pagodinho. No aniversário dele, em 5 de fevereiro, eu, da festa, liguei para o Lula e pedi que ele cumprimentasse o Zeca. Ouvi o Zeca dizer a ele: ‘Presidente, que barquinho pobre é esse? Que sítio de pobre é esse?’. E o Lula, do outro lado, dava gargalhadas. Quando falei com ele naquela gravação, quis dar uma de Zeca e falei demais. Isso me incomoda até hoje e me incomodará por bastante tempo ainda, com certeza”.

 

 

O conhecimento liberta. Saiba mais. Siga-nos no Telegram.

A você que chegou até aqui, agradecemos muito por valorizar nosso conteúdo. Ao contrário da mídia corporativa, o Brasil 247 e a TV 247 se financiam por meio da sua própria comunidade de leitores e telespectadores. Você pode apoiar a TV 247 e o site Brasil 247 de diversas formas. Veja como em brasil247.com/apoio

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247

Cortes 247

Apoie o 247

WhatsApp Facebook Twitter Email