Polícia faz reprodução simulada de morte em delegacia do Alemão

A Delegacia de Homicídios (DH) do Rio fez uma reprodução simulada para ajudar na investigação que apura a morte do pedreiro Fernando de Oliveira Filho, 42 anos, ocorrida dentro da 45ª DP, no Complexo do Alemão, no dia 2 de setembro de 2017; na época da morte, parentes de Fernando, que preferiram não se identificar, disseram não saber o motivo pelo qual ele foi levado para a delegacia, e que receberam uma ligação do pedreiro, na qual ele teria dito que seria morto

A Delegacia de Homicídios (DH) do Rio fez uma reprodução simulada para ajudar na investigação que apura a morte do pedreiro Fernando de Oliveira Filho, 42 anos, ocorrida dentro da 45ª DP, no Complexo do Alemão, no dia 2 de setembro de 2017; na época da morte, parentes de Fernando, que preferiram não se identificar, disseram não saber o motivo pelo qual ele foi levado para a delegacia, e que receberam uma ligação do pedreiro, na qual ele teria dito que seria morto
A Delegacia de Homicídios (DH) do Rio fez uma reprodução simulada para ajudar na investigação que apura a morte do pedreiro Fernando de Oliveira Filho, 42 anos, ocorrida dentro da 45ª DP, no Complexo do Alemão, no dia 2 de setembro de 2017; na época da morte, parentes de Fernando, que preferiram não se identificar, disseram não saber o motivo pelo qual ele foi levado para a delegacia, e que receberam uma ligação do pedreiro, na qual ele teria dito que seria morto (Foto: Leonardo Lucena)
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Agência Brasil

A Delegacia de Homicídios (DH) do Rio fez nesta segunda-feira (29) uma reprodução simulada para ajudar na investigação que apura a morte do pedreiro Fernando de Oliveira Filho, 42 anos, ocorrida dentro da 45ª DP, no Complexo do Alemão, no dia 2 de setembro de 2017.

Na época da morte, parentes de Fernando, que preferiram não se identificar, disseram não saber o motivo pelo qual ele foi levado para a delegacia, e que receberam uma ligação do pedreiro, na qual ele teria dito que seria morto. Os policiais que estavam na unidade informaram que Fernando teve um surto e precisou ser contido.

Ele chegou a ser levado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Alemão, mas deu entrada já sem pulso e sem batimento cardíaco. Segundo os parentes, o atestado de óbito aponta morte causada por trauma torácico e asfixia em consequência de ação contundente.

O caso foi denunciado na Coordenadoria de Direitos Humanos do Ministério Público Estadual (MPE-RJ). De acordo com a Polícia Civil, a investigação segue na DH Capital “sem novidades no momento”.

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