Procuradores de França e Brasil julgam ter encontrado rota da propina por Rio-2016

Procuradores do Ministério Público Financeiro de Paris, na França, e do Ministério Público Federal, do Brasil, acreditam ter encontrado os vínculos entre contratos firmados pelo governo do Rio de Janeiro por serviços públicos prestados por uma empresa terceirizada e US$ 2 milhões (R$ 6,2 milhões) pagos em propina a membros do Comitê Olímpico Internacional (COI); a busca agora é encontrar provas do vínculo entre o lobby feito pelo Brasil por votos, o pagamento feito a membros do COI e os contratos do governo

Procuradores do Ministério Público Financeiro de Paris, na França, e do Ministério Público Federal, do Brasil, acreditam ter encontrado os vínculos entre contratos firmados pelo governo do Rio de Janeiro por serviços públicos prestados por uma empresa terceirizada e US$ 2 milhões (R$ 6,2 milhões) pagos em propina a membros do Comitê Olímpico Internacional (COI); a busca agora é encontrar provas do vínculo entre o lobby feito pelo Brasil por votos, o pagamento feito a membros do COI e os contratos do governo
Procuradores do Ministério Público Financeiro de Paris, na França, e do Ministério Público Federal, do Brasil, acreditam ter encontrado os vínculos entre contratos firmados pelo governo do Rio de Janeiro por serviços públicos prestados por uma empresa terceirizada e US$ 2 milhões (R$ 6,2 milhões) pagos em propina a membros do Comitê Olímpico Internacional (COI); a busca agora é encontrar provas do vínculo entre o lobby feito pelo Brasil por votos, o pagamento feito a membros do COI e os contratos do governo (Foto: Gisele Federicce)

247 - Procuradores do Ministério Público Financeiro de Paris, na França, e do Ministério Público Federal, do Brasil, acreditam ter encontrado a rota da propina para a escolha da sede do Rio de Janeiro para a Olimpíada de 2016.

Os investigadores apuram vínculos entre contratos firmados pelo governo do Rio de Janeiro por serviços públicos prestados por uma empresa terceirizada e US$ 2 milhões (R$ 6,2 milhões) pagos em propina a membros do Comitê Olímpico Internacional (COI).

O foco agora é encontrar provas do vínculo entre o lobby feito pelo Brasil por votos, o pagamento feito a membros do COI e os contratos do governo. Isso pode ocorrer por meio de busca e apreensão na casa de Carlos Arthur Nuzman, presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e alvo da operação Unfair Play.

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