Sobe para 12 número de mortes por febre amarela no Rio

A Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES-RJ) confirmou mais uma morte por febre amarela; a vítima é do município de Sumidouro; o estado registra 12 óbitos pela doença desde o início do ano; as demais mortes ocorreram nas cidades de Valença (4), Teresópolis (2), Nova Friburgo (1), Miguel Pereira (1), Rio das Flores (1), Cantagalo (1) e Paraíba do Sul (1)

A Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES-RJ) confirmou mais uma morte por febre amarela; a vítima é do município de Sumidouro; o estado registra 12 óbitos pela doença desde o início do ano; as demais mortes ocorreram nas cidades de Valença (4), Teresópolis (2), Nova Friburgo (1), Miguel Pereira (1), Rio das Flores (1), Cantagalo (1) e Paraíba do Sul (1)
A Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES-RJ) confirmou mais uma morte por febre amarela; a vítima é do município de Sumidouro; o estado registra 12 óbitos pela doença desde o início do ano; as demais mortes ocorreram nas cidades de Valença (4), Teresópolis (2), Nova Friburgo (1), Miguel Pereira (1), Rio das Flores (1), Cantagalo (1) e Paraíba do Sul (1) (Foto: Leonardo Lucena)

Agência Brasil

A Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES-RJ) confirmou nesta quarta-feira (31) mais uma morte por febre amarela. A vítima é do município de Sumidouro. No total, o estado registra 12 óbitos pela doença desde o início do ano. As demais mortes ocorreram nas cidades de Valença (4), Teresópolis (2), Nova Friburgo (1), Miguel Pereira (1), Rio das Flores (1), Cantagalo (1) e Paraíba do Sul (1).

Ao todo, os municípios fluminenses somam 33 casos, incluindo as12 mortes. Os dados levam em consideração o local de provável infecção. A principal preocupação é com Valença, que concentra 42,4% dos registros. Até o momento, a doença já fez 14 vítimas na cidade.

A febre amarela é causada por um vírus da família Flaviviridae e atinge humanos e macacos. No meio rural e silvestre, ele é transmitida pelo mosquitos Haemagogus Sabethes. Em área urbana, o vetor é o Aedes aegypti, o mesmo da denguezika chikungunya. Desde 1942 não há registro de febre amarela urbana no Brasil. A principal medida de combate à doença é a vacinação.

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