TRT-RJ julga 2ª legalidade da greve no transporte

O Tribunal Regional do Trabalho (TRT) do Rio de Janeiro julgará na próxima segunda-feira (2) o dissídio coletivo de greve interposto pelo Sindicato das Empresas de Ônibus da Cidade do Rio de Janeiro (Rio Ônibus) contra o sindicato dos motoristas e dos cobradores de ônibus, o Sintraturb; a categoria reivindica reajuste salarial de 40%, índice maior que o acertado entre o sindicato e os empresários, de 10% dentro do dissídio anual discutido entre as duas partes

O Tribunal Regional do Trabalho (TRT) do Rio de Janeiro julgará na próxima segunda-feira (2) o dissídio coletivo de greve interposto pelo Sindicato das Empresas de Ônibus da Cidade do Rio de Janeiro (Rio Ônibus) contra o sindicato dos motoristas e dos cobradores de ônibus, o Sintraturb; a categoria reivindica reajuste salarial de 40%, índice maior que o acertado entre o sindicato e os empresários, de 10% dentro do dissídio anual discutido entre as duas partes
O Tribunal Regional do Trabalho (TRT) do Rio de Janeiro julgará na próxima segunda-feira (2) o dissídio coletivo de greve interposto pelo Sindicato das Empresas de Ônibus da Cidade do Rio de Janeiro (Rio Ônibus) contra o sindicato dos motoristas e dos cobradores de ônibus, o Sintraturb; a categoria reivindica reajuste salarial de 40%, índice maior que o acertado entre o sindicato e os empresários, de 10% dentro do dissídio anual discutido entre as duas partes (Foto: Leonardo Lucena)

Rio 247 – O Tribunal Regional do Trabalho (TRT) do Rio de Janeiro julgará na próxima segunda-feira (2) o dissídio coletivo de greve interposto pelo Sindicato das Empresas de Ônibus da Cidade do Rio de Janeiro (Rio Ônibus) contra o sindicato dos motoristas e dos cobradores de ônibus, o Sintraturb.

A categoria reivindica reajuste salarial de 40%, índice maior que o acertado entre o sindicato e os empresários, de 10% dentro do dissídio anual discutido entre as duas partes.

Desde o começo deste mês, os rodoviários fizeram três paralisações, sendo duas de 24 horas e outra de 48 horas. O TRT já determinou que 70% da frota voltasse a circular na cidade do Rio, porém a categoria atendeu à decisão.

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