Wadih Damous denuncia crueldade contra Almirante Othon

Na tribuna da Câmara, o deputado federal Wadih Damous (PT-RJ) anuncia que, "dentro do quadro de mazelas" pelo qual passa o Almirante Othon Pinheiro, que está preso preventivamente antes de ser julgado, ele foi diagnosticado com um grave câncer; Damous lembra que Othon, de 78 anos, não teve até hoje seu recurso julgado

Na tribuna da Câmara, o deputado federal Wadih Damous (PT-RJ) anuncia que, "dentro do quadro de mazelas" pelo qual passa o Almirante Othon Pinheiro, que está preso preventivamente antes de ser julgado, ele foi diagnosticado com um grave câncer; Damous lembra que Othon, de 78 anos, não teve até hoje seu recurso julgado
Na tribuna da Câmara, o deputado federal Wadih Damous (PT-RJ) anuncia que, "dentro do quadro de mazelas" pelo qual passa o Almirante Othon Pinheiro, que está preso preventivamente antes de ser julgado, ele foi diagnosticado com um grave câncer; Damous lembra que Othon, de 78 anos, não teve até hoje seu recurso julgado (Foto: Gisele Federicce)

Rio 247 – O deputado federal Wadih Damous (PT-RJ) voltou a denunciar em discurso no plenário da Câmara o que definiu como "crueldade" cometida contra Othon Luiz Pinheiro da Silva, almirante da Marinha do Brasil e físico nuclear.

Na tribuna, Damous anunciou que, "dentro do quadro de mazelas" pelo qual passa o almirante Othon, que está preso preventivamente, ele foi diagnosticado com um grave câncer. Damous lembra que Othon, de 78 anos, não teve até hoje seu habeas corpus julgado.

"O deputado destacou que Othon é "um dos maiores cientistas brasileiros, um homem com uma folha de serviços prestados ao país irretocável está definhando na prisão, e agora detectado esse câncer. Isso já passou de todos os limites, isso já passou da arbitrariedade do sistema de Justiça, da perseguição. Isso é maldade", denunciou o parlamentar.

O almirante foi preso pela primeira vez em 2015, sendo solto meses depois. Voltou a ser preso em julho do ano passado e tentou suicídio na prisão pouco depois de ser condenado a 43 anos de prisão por corrupção, lavagem de dinheiro, evasão de divisas e organização criminosa durante as obras da usina nuclear de Angra 3.

Damous anunciou ainda que apresentará "nos próximos dias" um pedido de indulto ao presidente da República, para que Othon Pinheiro seja solto. "A que serve ao Brasil a prisão do almirante Othon?", questionou. Assista acima.

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