Alunos do Paraná também planejam ocupar escolas

A União Paranaense dos Estudantes Secundaristas (UPES) reunirá lideranças de todo o estado no 52º Congresso da entidade, neste fim de semana (28 e 29), em Pontal do Paraná; a exemplo do que ocorre em São Paulo, a entidade planeja ocupar escolas como forma de resistência aos ataques do governo Beto Richa (PSDB) à educação pública; estão na mira dos estudantes projetos como o "Escola sem Partido", que pune professores que expressarem opiniões políticas, ideológicas e religiosas, e o "Adote Uma Escola", que autoriza o executivo a firmar convênios com a iniciativa privada e repassar a administração escolar para empresas

A União Paranaense dos Estudantes Secundaristas (UPES) reunirá lideranças de todo o estado no 52º Congresso da entidade, neste fim de semana (28 e 29), em Pontal do Paraná; a exemplo do que ocorre em São Paulo, a entidade planeja ocupar escolas como forma de resistência aos ataques do governo Beto Richa (PSDB) à educação pública; estão na mira dos estudantes projetos como o "Escola sem Partido", que pune professores que expressarem opiniões políticas, ideológicas e religiosas, e o "Adote Uma Escola", que autoriza o executivo a firmar convênios com a iniciativa privada e repassar a administração escolar para empresas
A União Paranaense dos Estudantes Secundaristas (UPES) reunirá lideranças de todo o estado no 52º Congresso da entidade, neste fim de semana (28 e 29), em Pontal do Paraná; a exemplo do que ocorre em São Paulo, a entidade planeja ocupar escolas como forma de resistência aos ataques do governo Beto Richa (PSDB) à educação pública; estão na mira dos estudantes projetos como o "Escola sem Partido", que pune professores que expressarem opiniões políticas, ideológicas e religiosas, e o "Adote Uma Escola", que autoriza o executivo a firmar convênios com a iniciativa privada e repassar a administração escolar para empresas (Foto: Leonardo Lucena)

247, com Blog do Esmael - A União Paranaense dos Estudantes Secundaristas (UPES) reunirá lideranças estudantis de todo o estado no 52ºCongresso da entidade, neste fim de semana (28 e 29), em Pontal do Paraná. A exemplo do que está acontecendo em São Paulo, a entidade planeja ocupar escolas estaduais como forma de resistência aos ataques do governador Beto Richa (PSDB) à educação pública.

No Congresso será eleita a nova diretoria da entidade e definido o plano de lutas dos secundaristas. Os projetos de lei “Escola sem Partido” e “Adote uma Escola”, ambos de deputados da base de sustentação do governador Beto Richa, a chamada “Bancada do Camburão”, estão na mira dos estudantes.

Segundo a proposta Escola Sem Partido, de autoria do deputado Pastor Gilson de Souza (PSC), líder da bancada evangélica na Alep, devem ser punidos professores que expressarem suas opiniões políticas, ideológicas e religiosas. O projeto também proíbe a veiculação de conteúdos que discutam questões de gênero em sala. 

O outro projeto polêmico 'Adote Uma Escola', de autoria do deputado Márcio Nunes (PSC), autoriza o poder executivo a firmar convênios com a iniciativa privada e repassar a administração escolar para empresas.

Além disso, eles vão protestar contra o fechamento de escolas e turmas, que o governador fez de conta que desistiu, mas continua encaminhando na prática. A situação precária da maioria das escolas do estado também será alvo do protesto dos jovens.

O vídeo a seguir, feito em uma escola estadual que fica em São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba, mostra como estão as escolas no Paraná:

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