‘Caso de assassinato dos sem terra expõe falência de modelo de jornalismo’

Jornalista Pedro Carrano questiona em artigo no Brasil de Fato Paraná o 'modelo tradicional' de cobertura da imprensa em casos como o do assassinato de dois sem terra em Quedas do Iguaçu, no Paraná; "Tornou-se algo cômodo nas universidades e no cotidiano da profissão do jornalista o princípio de que é preciso ouvir as duas partes envolvidas em uma situação de conflito, como uma garantia de credibilidade para a produção jornalística. O problema é que em situações da luta popular essa cartilha é jogada no lixo, quando fica evidente o espaço nenhum, ou então o espaço da caricatura, dado aos movimentos populares"

Jornalista Pedro Carrano questiona em artigo no Brasil de Fato Paraná o 'modelo tradicional' de cobertura da imprensa em casos como o do assassinato de dois sem terra em Quedas do Iguaçu, no Paraná; "Tornou-se algo cômodo nas universidades e no cotidiano da profissão do jornalista o princípio de que é preciso ouvir as duas partes envolvidas em uma situação de conflito, como uma garantia de credibilidade para a produção jornalística. O problema é que em situações da luta popular essa cartilha é jogada no lixo, quando fica evidente o espaço nenhum, ou então o espaço da caricatura, dado aos movimentos populares"
Jornalista Pedro Carrano questiona em artigo no Brasil de Fato Paraná o 'modelo tradicional' de cobertura da imprensa em casos como o do assassinato de dois sem terra em Quedas do Iguaçu, no Paraná; "Tornou-se algo cômodo nas universidades e no cotidiano da profissão do jornalista o princípio de que é preciso ouvir as duas partes envolvidas em uma situação de conflito, como uma garantia de credibilidade para a produção jornalística. O problema é que em situações da luta popular essa cartilha é jogada no lixo, quando fica evidente o espaço nenhum, ou então o espaço da caricatura, dado aos movimentos populares" (Foto: Romulo Faro)
Siga o Brasil 247 no Google News Assine a Newsletter 247

Paraná 247 - Jornalista Pedro Carrano questiona em artigo no Brasil de Fato Paraná o 'modelo tradicional' de cobertura da imprensa em casos como o do assassinato de dois sem terra em Quedas do Iguaçu, no Paraná, na quinta-feira (7). 

"Tornou-se algo cômodo nas universidades e no cotidiano da profissão do jornalista o princípio de que é preciso ouvir as duas partes envolvidas em uma situação de conflito, como uma garantia de credibilidade para a produção jornalística. O problema é que em situações da luta popular – no campo e na cidade – essa cartilha é jogada no lixo, quando fica evidente o espaço nenhum, ou então o espaço da caricatura, dado aos movimentos populares", diz Carrano.

Leia a íntegra no Brasil de Fato.

O conhecimento liberta. Saiba mais. Siga-nos no Telegram.

A você que chegou até aqui, agradecemos muito por valorizar nosso conteúdo. Ao contrário da mídia corporativa, o Brasil 247 e a TV 247 se financiam por meio da sua própria comunidade de leitores e telespectadores. Você pode apoiar a TV 247 e o site Brasil 247 de diversas formas. Veja como em brasil247.com/apoio

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247

Cortes 247

Apoie o 247

WhatsApp Facebook Twitter Email