Defesa da Galvão: “Todos estão condenados”

Advogado José Luís Oliveira Lima, que defende um dos executivos da Galvão Engenharia, afirma que “não está sendo respeitado o direito de defesa” na Lava Jato e diz que a “colaboração premiada foi banalizada nesse processo”; artifício foi utilizado por quase 20 suspeitos de envolvimento no caso, comandado pelo juiz Sérgio Moro, para se livrar da prisão; segundo ele, “todos os acusados já foram condenados por uma parcela da sociedade”; “No momento oportuno será reconhecido pelos tribunais o cerceamento da defesa”

Advogado José Luís Oliveira Lima, que defende um dos executivos da Galvão Engenharia, afirma que “não está sendo respeitado o direito de defesa” na Lava Jato e diz que a “colaboração premiada foi banalizada nesse processo”; artifício foi utilizado por quase 20 suspeitos de envolvimento no caso, comandado pelo juiz Sérgio Moro, para se livrar da prisão; segundo ele, “todos os acusados já foram condenados por uma parcela da sociedade”; “No momento oportuno será reconhecido pelos tribunais o cerceamento da defesa”
Advogado José Luís Oliveira Lima, que defende um dos executivos da Galvão Engenharia, afirma que “não está sendo respeitado o direito de defesa” na Lava Jato e diz que a “colaboração premiada foi banalizada nesse processo”; artifício foi utilizado por quase 20 suspeitos de envolvimento no caso, comandado pelo juiz Sérgio Moro, para se livrar da prisão; segundo ele, “todos os acusados já foram condenados por uma parcela da sociedade”; “No momento oportuno será reconhecido pelos tribunais o cerceamento da defesa” (Foto: Roberta Namour)

247 – Advogado de uns dos executivos da Galvão Engenharia presos na Lava Jato, José Luís Oliveira Lima afirma que “não está sendo respeitado o direito de defesa” na Operação.

Em entrevista ao ‘Estado de S. Paulo’, ele diz que a “colaboração premiada foi banalizada nesse processo”, artifício utilizado por quase 20 suspeitos de envolvimento no caso para se livrar da prisão.

Oliveira Lima afirma que “todos os acusados já foram condenados por uma parcela da sociedade” e que “no momento oportuno será reconhecido pelos tribunais o cerceamento da defesa”.

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