Deputados serão alvos de protestos na volta do recesso no Paraná

Os 31 deputados da base de sustentação do governador Beto Richa (PSDB) na Assembleia Legislativa do Paraná, conhecidos como integrantes da “Bancada do Camburão”, serão alvos de protestos na volta ao trabalho no próximo dia 1º de fevereiro; a organização da manifestação está a cargo do estridente Fórum de Entidades Sindicais, o FES, coordenado pela Professora Marlei da APP-Sindicato

Os 31 deputados da base de sustentação do governador Beto Richa (PSDB) na Assembleia Legislativa do Paraná, conhecidos como integrantes da “Bancada do Camburão”, serão alvos de protestos na volta ao trabalho no próximo dia 1º de fevereiro; a organização da manifestação está a cargo do estridente Fórum de Entidades Sindicais, o FES, coordenado pela Professora Marlei da APP-Sindicato
Os 31 deputados da base de sustentação do governador Beto Richa (PSDB) na Assembleia Legislativa do Paraná, conhecidos como integrantes da “Bancada do Camburão”, serão alvos de protestos na volta ao trabalho no próximo dia 1º de fevereiro; a organização da manifestação está a cargo do estridente Fórum de Entidades Sindicais, o FES, coordenado pela Professora Marlei da APP-Sindicato (Foto: Leonardo Lucena)
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Os 31 deputados da base de sustentação do governador Beto Richa (PSDB) na Assembleia Legislativa do Paraná, conhecidos como integrantes da “Bancada do Camburão”, serão alvos de protestos na volta ao trabalho no próximo dia 1º de fevereiro.

A organização da manifestação está a cargo do estridente Fórum de Entidades Sindicais, o FES, coordenado pela Professora Marlei da APP-Sindicato.

O objetivo do movimento é inviabilizar a eleição de Beto Richa ao Senado, em 2018, e assegurar que ao menos 2/3 da “Bancada do Camburão” não consigam retornar à Assembleia, isto é, na melhor das hipóteses apenas 10 se reelegeriam no ano que vem.

Tem um animado exército de 300 mil servidores públicos dispostos a fazer campanha contra Richa e os deputados governistas em todo o estado.

Como o Carnaval está bem próximo, os sindicalistas não descartam reavivar o concurso de marchinhas que fez sucesso em 2015.

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