Educação é a área pior avaliada do governo Richa

Na esteira do desabamento da popularidade de Beto Richa (PSDB), o eleitorado paranaense também reprova a política educacional do tucano; de acordo com sondagem da Paraná Pesquisas, 73% consideram ruim ou péssimo o desempenho do governador na educação; é a pior área avaliada, seguida da saúde (59%), segurança (54%) e social (46%)  

Na esteira do desabamento da popularidade de Beto Richa (PSDB), o eleitorado paranaense também reprova a política educacional do tucano; de acordo com sondagem da Paraná Pesquisas, 73% consideram ruim ou péssimo o desempenho do governador na educação; é a pior área avaliada, seguida da saúde (59%), segurança (54%) e social (46%)
 
Na esteira do desabamento da popularidade de Beto Richa (PSDB), o eleitorado paranaense também reprova a política educacional do tucano; de acordo com sondagem da Paraná Pesquisas, 73% consideram ruim ou péssimo o desempenho do governador na educação; é a pior área avaliada, seguida da saúde (59%), segurança (54%) e social (46%)   (Foto: Paulo Emílio)

Blog do Esmael - Na esteira do desabamento da popularidade de Beto Richa (PSDB), o eleitorado paranaense também reprova a política educacional do tucano. De acordo com sondagem da Paraná Pesquisas, 73% consideram ruim ou péssimo o desempenho do governador na educação. É a pior área avaliada, seguida da saúde (59%), segurança (54%) e social (46%).

Levantamento da Paraná Pesquisas, publicado hoje no jornal Gazeta do Povo, revela que a popularidade de Beto Richa despencou para 19,9%. O índice de reprovação do tucano atingiu a incrível marca de 76,1%, o que desnorteou até a cúpula nacional do PSDB.

O senador Roberto Requião (PMDB) atribuiu à “corrupção no governo” a queda na popularidade de Beto Richa. Segundo o peemedebista, que luta por informações sobre a adesão da Copel aos leilões de energia, “falta transparência” na gestão do tucano.

Greve na educação completa 23 dias

O governo Beto Richa vai perdendo a batalha da comunicação para a APP-Sindicato. O tucano tenta disseminar informações falsas sobre “supersalários” de educadores, taxando-os de “privilegiados” e “vagabundos”. A estratégia revelou-se um tiro no pé.

Nesta terça, quando a paralisação na educação completou 23 dias, o Palácio Iguaçu se agarrou como pauta na Escola Nossa Senhora da Salete, no bairro Bacacheri, como exemplo de “fura greve”. No entanto, segundo o Comando da Greve, 100% das escolas continuam paradas.

O isolamento do governo Richa é tanto que os professores e funcionários de escola em greve são aplaudidos em público, sempre que explicam os motivos da mobilização. Foi o que ocorreu ontem pela manhã no município de Fazenda Rio Grande, região metropolitana de Curitiba.

Os motivos da greve

É bom frisar que a greve nas 2,1 mil escolas fora deflagrada porque o governador Beto Richa demitiu 30 mil trabalhadores na educação; fechou várias turmas e superlotou salas de aula com até 60 alunos.

Desde novembro de 2014, o tucano também deixou de repassar recursos do fundo rotativo, que é utilizado para a manutenção dos estabelecimentos de ensino. Além disso, não pagara a rescisão dos 30 mil demitidos, nem as férias dos educadores do quadro próprio.

Para fechar o ‘pacote de maldades’, o governador do PSDB quer confiscar R$ 8 bilhões do fundo previdenciário destino à aposentadoria dos 200 mil servidores públicos paranaenses.

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