Fachin: crise política não pode prejudicar interesses do País

"O que me parece muito importante neste momento é colocar o Brasil acima de todo e qualquer embate. Os interesses do Brasil são maiores que os interesses momentâneos de uma crise política que o país pode estar passando", disse o ministro do STF, após participar de solenidade no Palácio do Itamaraty

"O que me parece muito importante neste momento é colocar o Brasil acima de todo e qualquer embate. Os interesses do Brasil são maiores que os interesses momentâneos de uma crise política que o país pode estar passando", disse o ministro do STF, após participar de solenidade no Palácio do Itamaraty
"O que me parece muito importante neste momento é colocar o Brasil acima de todo e qualquer embate. Os interesses do Brasil são maiores que os interesses momentâneos de uma crise política que o país pode estar passando", disse o ministro do STF, após participar de solenidade no Palácio do Itamaraty (Foto: Gisele Federicce)
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Paula Laboissière e Pedro Peduzzi - Repórteres da Agência Brasil

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Edson Fachin, defendeu hoje (12) a preservação de instituições democráticas e que os interesses do país não sejam prejudicados pela crise política. Segundo ele, em situações como a atual cabe aos integrantes dos poderes manter os canais de diálogo abertos, a fim de evitar que a crise política prejudique ainda mais o país.

"O que me parece muito importante neste momento é colocar o Brasil acima de todo e qualquer embate. Os interesses do Brasil são maiores que os interesses momentâneos de uma crise política que o país pode estar passando", disse o ministro, após participar, no Palácio do Itamaraty, de uma solenidade de formatura de diplomatas.

Para o ministro do STF, preservar as instituições, a democracia e estar disposto ao diálogo e à troca de ideias "é o grande desafio que se coloca para quem, de fato, quer apostar na estabilidade e não no caos".

De acordo com Fachin, o país precisa hoje de diálogo entre seus poderes.

"Diálogo pressupõe o respeito de censo. Dialogar não é aderir, é abrir-se para a exposição de posições divergentes, a fim de encontrar uma área comum de interesses que dê estabilidade à economia e tranquilidade à sociedade brasileira. Que façam isso preservando as instituições democráticas."

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